Árbitro e jogador?

9 de Novembro de 2009 | 31 da Armada

É do interesse da nossa economia, mas também da nossa democracia, que o maior banco nacional não possa ser transformado em veículo de corrupção ou de favorecimento de interesses particulares. Estado árbitro e jogador? Não obrigado.

 

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sobre o autor

Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).

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