É do interesse da nossa economia, mas também da nossa democracia, que o maior banco nacional não possa ser transformado em veículo de corrupção ou de favorecimento de interesses particulares. Estado árbitro e jogador? Não obrigado.
Continue a ler aqui.
sobre o autor
Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).





Comments on this entry are closed.