Dizia eu aqui há dias, a propósito da magna questão que dá título ao post, que "se o procedimento parlamentar tem tanta legitimidade quanto o recurso ao referendo, convém recordar que o referendo é excepção e o Parlamento regra. Cabe portanto a quem defende o referendo demonstrar as suas vantagens neste caso concreto." Acrescentava também que "até agora, não me convenceram."
Entretanto o Paulo Pinto Mascarenhas e o Henrique Burnay deram-me uma ajudinha. O Henrique, sublinhando a inevitabilidade de o referendo ser desvirtuado num plebiscito em torno das orientações sexuais de cada um. O Paulo, comprovando que a pedra de toque do argumentário pró-referendo é a desvalorização do Parlamento. Estou convencido. Não ao referendo.
sobre o autor
Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).




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Concordo RT @vascocampilho Casamento gay: parlamento ou referendo? http://bit.ly/4pqXt3
RT @vascocampilho Casamento gay: parlamento ou referendo? (2): http://bit.ly/4pqXt3