Casamento gay: parlamento ou referendo? (2)

10 de Novembro de 2009 | 31 da Armada

Dizia eu aqui há dias, a propósito da magna questão que dá título ao post, que "se o procedimento parlamentar tem tanta legitimidade quanto o recurso ao referendo, convém recordar que o referendo é excepção e o Parlamento regra. Cabe portanto a quem defende o referendo demonstrar as suas vantagens neste caso concreto." Acrescentava também que "até agora, não me convenceram." 

 

Entretanto o Paulo Pinto Mascarenhas e o Henrique Burnay deram-me uma ajudinha. O Henrique, sublinhando a inevitabilidade de o referendo ser desvirtuado num plebiscito em torno das orientações sexuais de cada um. O Paulo, comprovando que a pedra de toque do argumentário pró-referendo é a desvalorização do Parlamento. Estou convencido. Não ao referendo.

sobre o autor

Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).

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{ 2 comments… leia-os abaixo ou comente também }

1 Alda Telles 10 de Novembro de 2009 , 14:34

Concordo RT @vascocampilho Casamento gay: parlamento ou referendo? http://bit.ly/4pqXt3

2 bossito 10 de Novembro de 2009 , 15:41

RT @vascocampilho Casamento gay: parlamento ou referendo? (2): http://bit.ly/4pqXt3

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