Vi-me forçado a inserir neste post a seguinte adenda:
[adenda]: Um blog costumeiro em covert ops afirmou que aqui se sugeria que Pedro Lomba teria plagiado Joaquim de Aguiar. Isso é, evidentemente, falso: deixei bem claras as relevantes diferenças entre a tipologia proposta por Joaquim Aguiar no seu livro e a avançada por Pedro Lomba no seu artigo. Diferenças para pior, na minha opinião, mas que afastam qualquer possibilidade de plágio. Parece-me plausível, isso sim, que Lomba se tenha inspirado em Aguiar. Mas mau seria se um bom livro não pudesse inspirar um cronista.
A propósito da prioridade dada pelo Governo ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, têm-se ouvido alguns disparates que importa denunciar. [continuado…]
Há o Estado socialista, o Estado capitalista, e há o Estado a que a favela chegou: o abate de um helicóptero simboliza o desafio à soberania brasileira que o narco-tráfico constitui. Este desafio deve ser encarado nos precisos e exactos termos da guerra anti-subversiva. Daí não decorre, contudo, que as autoridades participem numa escalada da violência. Bem pelo contrário.

[continuado…]
Na sua homilia dominical, Marcelo Rebelo de Sousa propôs que o próximo líder do PSD fosse escolhido por um conclave. Mas enquanto o PSD não fôr uma Igreja e o seu Presidente não for um Papa, terá de haver eleições para o escolher. [continuado…]
O PS acaba de levar uma tampa de quatro partidos. Resta-lhe fazer o jogo da charneira.
Portugal não está habituado a uma democracia parlamentar genuína. Nesta legislatura todos terão que interiorizar as novas regras do jogo. [continuado…]