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	<title>Vasco Campilho &#187; Política</title>
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		<title>É (também) isto que eu espero de um Presidente.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 15:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[

La península Ibérica ya funciona, en muy buena medida, como un sistema integrado: dos estados, tres –o cuatro– naciones; una ciudad que quisiera ser el centro de todo, y otramucha gente que piensa en una península policéntrica.
¿Me está usted hablando de integración política? La historia de Portugal es más antigua que la historia de España; [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/mundo/e-tambem-isto-que-eu-espero-de-um-presidente/", "shorturl": "http://bit.ly/b0kaHk", "style": "big", "title": "É (também) isto que eu espero de um Presidente." } --></div><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>La península Ibérica ya funciona, en muy buena medida, como un sistema integrado: dos estados, tres –o cuatro– naciones; una ciudad que quisiera ser el centro de todo, y otramucha gente que piensa en una península policéntrica.</strong></p>
<p>¿Me está usted hablando de integración política? La historia de Portugal es más antigua que la historia de España; somos una nación milenaria con fronteras muy bien definidas desde el siglo XIII; tenemos una cultura propia, con una lengua propia, con una identidad muy fuerte. Pienso que hablar ahora de integración política es perder el tiempo.</p>
<p><strong>Perdone, presidente, quizá me he expresado mal&#8230;</strong></p>
<p>Creí entender&#8230;</p>
<p><strong>Me refería a la tensión entre centro y periferia en todo el sistema peninsular.</strong></p>
<p>Mire, la noción de periferia está muy alterada en el mundo actual. Portugal no es periferia. Lisboa no es periferia. Portugal tiene una estrecha relación con África, con América Latina, especialmente con Brasil, una de las grandes potencias económicas y políticas del futuro. Portugal mira a Asia. Por tanto, Portugal no es periferia. Portugal tiene su centralidad. Tenemos un gran vecino que es España, pero también nos consideramos vecinos de Francia y de Alemania. Y tenemos nuestra vocación atlántica, nuestra fuerte vocación por el Atlántico. Por tanto, creo que debe ser valorada la centralidad de Portugal.</p>
</blockquote>
<p>Cavaco Silva na <a href="http://www.lavanguardia.es/internacional/noticias/20100304/53897176499/cavaco-silva-ni-grecia-ni-periferia-de-espana-portugal-es-un-pais-fuerte-europa-brasil-barcelona-afr.html" target="_blank">Vanguardia.</a></p>

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		<title>Completamente de acordo, Pacheco Pereira.</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 10:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[josé pacheco pereira]]></category>
		<category><![CDATA[partidos políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[

(&#8230;) em democracia não há &#8220;ditadura das finanças&#8221;, em democracia não há governos de sábios, nem de técnicos, em democracia e num país soberano, não é saudável um comando exterior imposto, em democracia só há soluções que passam pelo convencimento dos cidadãos da sua bondade e que esse reconhecimento se traduza em votos. Pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/portugal/completamente-de-acordo-pacheco-pereira/", "shorturl": "http://bit.ly/bZUDdY", "style": "big", "title": "Completamente de acordo, Pacheco Pereira." } --></div><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://abrupto.blogspot.com/2010/03/o-buraco-negro-existe-uma-especie-de.html" target="_blank">(&#8230;)</a> em democracia não há &#8220;ditadura das finanças&#8221;, em democracia não há governos de sábios, nem de técnicos, em democracia e num país soberano, não é saudável um comando exterior imposto, em democracia só há soluções que passam pelo convencimento dos cidadãos da sua bondade e que esse reconhecimento se traduza em votos. Pode ser preciso um abanão forte, para que nos defrontemos com a nossa verdadeira imagem no espelho e não com as ilusões que alimentamos, mas tudo continuará na mesma, ou seja, pior, se o caminho for qualquer entorse na democracia em nome da eficácia económica e financeira. É por isso que uma parte do discurso da catástrofe, com que, insisto, eu me identifico do ponto de vista analítico e mesmo nas soluções drásticas que a podem travar, me parece ser parte do problema, quando é enunciado sem ter em conta o problema democrático, de como resolvê-la em democracia, ou seja, nas urnas. (&#8230;) O discurso antipolíticos e anti-partidos, por muito justificado que pareça ser, e muitas vezes o é, não ajuda um átomo a resolver os mesmos problemas que esses pessimistas identificam, e, bem pelo contrário, ajuda a agravá-los. Em vez de fazerem escolhas realistas, mesmo que fossem de mal menor, acabam por sugerir que os problemas de condução económica e financeira não são do domínio do político em democracia, mas sim apenas do saber e da vontade. Não chega.</p>
</blockquote>

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		<title>Prenda de aniversário</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 18:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alberto gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Insurgente fez cinco anos ontem. Parabéns! Aliás, muito bem conseguida a ideia dos testemunhos de vários blogueiros e comentadores sobre a efeméride que o blog publicou. Chamou-me a atenção especialmente o testemunho de Alberto Gonçalves, que revelou ter sido membro do &#8220;colectivo&#8221;, embora com um único post publicado. O cronista fez outra interessante revelação:
&#8221; [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/politica/prenda-de-aniversario/", "style": "big", "title": "Prenda de aniversário" } --></div><p style="text-align: justify;">O Insurgente fez cinco anos ontem. Parabéns! Aliás, muito bem conseguida a ideia dos testemunhos de vários blogueiros e comentadores sobre a efeméride que o blog publicou. Chamou-me a atenção especialmente o testemunho de Alberto Gonçalves, que revelou ter sido membro do &#8220;colectivo&#8221;, embora com um único post publicado. O cronista fez outra interessante revelação:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><a href="http://oinsurgente.org/2010/02/27/alberto-goncalves-cinco-anos-que-mudaram-a-blogosfera/" target="_blank">&#8221; frequentemente descubro aqui o tema para aquela crónica que falta&#8221;</a></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas Alberto Gonçalves não se ficou pela afirmação, e decidiu prová-la logo no dia seguinte. Repare-se nesta passagem:</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1506914&amp;seccao=Alberto%20Gon%E7alves&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_blank">A menos que tivesse participado no conluio para despachar Manuela Moura Guedes, é irrelevante a informação de que a dra. Ferreira Leite conheceu mais cedo ou mais tarde o negócio da PT/TVI, não é? Pedro Passos Coelho acha que não e surgiu logo a lamentar o papel (?) da senhora no processo. A menos que tivesse sido a principal responsável pela actual situação económica, é pertinente a comparação que a dra. Ferreira Leite fez entre Portugal e a Grécia, não é? Pedro Passos Coelho acha que não e surgiu logo a explicar que os países não são comparáveis.</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1506914&amp;seccao=Alberto%20Gon%E7alves&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_blank"></a>Esta passagem, ahem, mentirosa, não parece tiradinha de um post do Insurgente? Pois parece. Agora sabemos que é. Parabéns, Insurgente.</p>

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		<title>Da série &#8220;Eu não diria melhor&#8221;.</title>
		<link>http://vascocampilho.net/politica/da-serie-eu-nao-diria-melhor-2/</link>
		<comments>http://vascocampilho.net/politica/da-serie-eu-nao-diria-melhor-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 16:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[autoritarismo]]></category>
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(&#8230;) a presente complacência com os sucessivos sinais exteriores de autoritarismo representa uma perda de sensibilidade democrática, mais: é um memorando de modo como os princípios democráticos dos governados tantas vezes têm capitulado perante as circunstâncias.

Bruno Sena Martins, no Arrastão.

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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/politica/da-serie-eu-nao-diria-melhor-2/", "style": "big", "title": "Da série \"Eu não diria melhor\"." } --></div><blockquote>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;) a presente complacência com os sucessivos sinais exteriores de autoritarismo representa uma perda de sensibilidade democrática, mais: é um memorando de modo como os princípios democráticos dos governados tantas vezes têm capitulado perante as circunstâncias.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Bruno Sena Martins, no <a href="http://arrastao.org/sem-categoria/dadas-as-circunstancias-politica-de-buraco-de-fechadura/" target="_blank">Arrastão.</a></p>

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		<title>A política não é isto</title>
		<link>http://vascocampilho.net/politica/a-politica-nao-e-isto/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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Estou &#8211; não estamos todos? &#8211; cada vez mais desgostoso com a política em Portugal. Mas não me posso esquecer &#8211; nenhum de nós pode &#8211; que a política não é isto. Não é apenas isto. Não é nem pode ser apenas o que vemos quando observamos o que se vai passando no Governo e [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/politica/a-politica-nao-e-isto/", "style": "big", "title": "A política não é isto" } --></div><p>Estou &#8211; não estamos todos? &#8211; cada vez mais desgostoso com a política em Portugal. Mas não me posso esquecer &#8211; nenhum de nós pode &#8211; que a política não é isto. Não é apenas isto. Não é nem pode ser apenas o que vemos quando observamos o que se vai passando no Governo e nos partidos: a luta pura e dura, sem objectivos nem propósitos que não os que melhor parecem servir a cada momento a conquista do poder,  a sua conservação, e a exploração privada dos seus benefícios. Mas também não é nem pode ser aquilo a que a blogosfera muitas vezes a reduz: pura ideia, pura afirmação programática retirada de calhamaços e relambórios escritos por economistas e filósofos mortos.</p>
<p>A política democrática é, tem de ser, bem mais do que isto. Tem de ter luta pelo poder? Tem com certeza. Substrato ideológico? É indispensável. Mas tem de ter também uma ligação forte com a realidade social, tem de ter um propósito concreto a cada instante, tem de saber <strong>como</strong> quer aplicar o poder pelo qual luta para consubstanciar a orientação programática que a anima. É neste <strong>como</strong> que se encontra a especificidade do político. Enquanto não soubermos apreciar o que é a especificidade do político, não saberemos escolher lideranças políticas. E a falta que elas têm feito em Portugal.</p>

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		<title>Isabel Meirelles para Oeiras</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[
Quem se habituou a ler este blog sabe que eu não tenho por hábito comentar assuntos internos do PSD, nomeadamente assuntos relacionados com os órgãos a que pertenço &#8211; neste caso, a Comissão Política Distrital de Lisboa. Mas queria deixar aqui uma nota de particular apreço por uma decisão que tomámos ontem à noite, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/lisboa/isabel-meirelles-para-oeiras/", "style": "big", "title": "Isabel Meirelles para Oeiras" } --></div><p style="text-align: justify;">Quem se habituou a ler este blog sabe que eu não tenho por hábito comentar assuntos internos do PSD, nomeadamente assuntos relacionados com os órgãos a que pertenço &#8211; neste caso, a Comissão Política Distrital de Lisboa. Mas queria deixar aqui uma nota de particular apreço por uma decisão que tomámos ontem à noite, que foi a de aprovar por esmagadora maioria o nome da dr.ª Isabel Meirelles como candidata à Câmara Municipal de Oeiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Isabel Meirelles" src="http://fotos.sapo.pt/talequal/pic/0000gdpe/s340x255" alt="" width="166" height="255" />Não estarei a violar o sigilo partidário ao admitir que o processo autárquico em Oeiras não foi fácil. O actual Presidente de Câmara foi militante do PSD muitos anos, e a sua candidatura contra o PSD em 2005 deixou feridas difíceis de sarar. No entanto, o PSD em Oeiras nunca se apagou perante o IOMAF, como outros partidos fizeram noutros concelhos em que antigos militantes seus protagonizaram candidaturas vitoriosas. Teve um bom resultado em 2005, e nunca perdeu de vista o objectivo que deve ser o seu:  retomar o património político que construiu desde 1986 em Oeiras, e que não pode ser nunca confundido com uma só pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha da dr.ª Isabel Meirelles para candidata inscreve-se precisamente nesse propósito: oferecer aos oeirenses uma alternativa credível, confiável e renovada a uma liderança que teve as suas virtualidades mas que hoje se encontra esgotada. E essa alternativa não poderia nunca vir de outro lado que não o PSD: o PS apresenta um  sucedâneo mal sucedido da gestão de António Costa em Lisboa, um candidato sem quaisquer créditos fora da vida partidária, e sem particular ligação a Oeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O PSD apresenta uma oeirense com horizontes rasgados, uma mulher com uma personalidade vincada e cativante, uma pessoa que soube afirmar-se na sociedade portuguesa pelo seu próprio valor. Por isso mesmo a dr.ª Isabel Meirelles é a candidata certa para iniciar em Oeiras um novo ciclo de desenvolvimento, que consolide a posição liderante  do concelho na Área Metropolitana de Lisboa, competindo a nível europeu e mundial com os mais avançados pólos de excelência económica, social e ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou convicto de que hoje, os oeirenses querem virar a página. O PSD tardou, mas soube fazer a escolha que lhes permitirá fazê-lo com segurança e confiança no futuro.</p>

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		<title>A enxurrada (a propósito da demissão de Pinho)</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 08:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[manuel pinho]]></category>
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		<description><![CDATA[
Manuel Pinho apontou um par de cornos ao deputado do PCP Bernardino Soares durante o debate do Estado da Nação.
Um gesto que há cem anos, no último Parlamento monárquico ou no primeiro republicano, passaria despercebido a três quartos dos presentes.
Um gesto que há cinquenta anos, na Assembleia Nacional salazarista, seria impensável, e que a acontecer [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/politica/a-enxurrada-a-proposito-da-demissao-de-pinho/", "style": "big", "title": "A enxurrada (a propósito da demissão de Pinho)" } --></div><p style="text-align: justify;">Manuel Pinho apontou um par de cornos ao deputado do PCP Bernardino Soares durante o debate do Estado da Nação.</p>
<p>Um gesto que há cem anos, no último Parlamento monárquico ou no primeiro republicano, passaria despercebido a três quartos dos presentes.</p>
<p>Um gesto que há cinquenta anos, na Assembleia Nacional salazarista, seria impensável, e que a acontecer seria sempre abafado pela censura.</p>
<p>Um gesto que há vinte anos não apareceria na televisão estatizada, ficando remetido para os jornais do dia seguinte como mais um episódio do debate parlamentar.</p>
<p>Um gesto que há dez anos teria feito as delícias dos noticiários de todos os canais, forçando o Governo a emitir um comunicado e levando a uma cadeia de reacções que talvez originasse uma demissão nas 24 horas seguintes.</p>
<p>Um gesto que há dois anos teria sido notado e comentado por blogs ainda durante o debate, chegando já amplificado aos noticiários e aos programas de comentário político, que forçariam a uma reunião de emergência para decidir a demissão nessa mesma noite ou na manhã seguinte.</p>
<p>Um gesto que esta semana foi publicado em vídeo e fotografia em poucos minutos na Internet. Que foi <a style="color: #2361a1; text-decoration: underline; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://search.twitter.com/search?q=%23deb15+pinho" target="_blank">comentado em directo no twitter por centenas de cidadãos,</a> em diálogo com os deputados na Assembleia. Que foi quase instantaneamente reconhecido por todos os agentes políticos como um ultraje intolerável à democracia e ao Parlamento. Um gesto que tornou a demissão imediata do ministro inevitável – porque a irrupção não-filtrada da opinião dos cidadãos comuns a isso obrigou.</p>
<p>Os mass media são ainda os principais fornecedores de informação, mas já não controlam a expressão da opinião pública. Esta mudança tornou o debate político mais participado e transparente. Mas também mais imediatista e mais  feroz. Apesar de haver muitos deputados no twitter, os políticos portugueses ainda não apreenderam as implicações desta comunicação desintermediada. É urgente que aprendam a lidar com o “admirável mundo novo” que aí está. Se não querem ser levados na enxurrada que colheu Manuel Pinho.</p>

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		<title>Ecologia política: da importância da biodiversidade</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Interessante esta reflexão do Afonso Azevedo Neves sobre o carácter darwinista da ecologia partidária. De facto, na sua dimensão eleitoral os partidos funcionam como filtros de candidaturas: só sobrevivem e progridem na actividade política aqueles que são capazes de passar pelo processo de filtragem. Mas se o processo for demasiado homogeneizador da representação partidária, o [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/psd/ecologia-politica-da-importancia-da-biodiversidade/", "style": "big", "title": "Ecologia política: da importância da biodiversidade" } --></div><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px 10px;" src="http://www.marineaccessoriesplus.net/wp-content/uploads/2009/04/biodiversity2.jpg" alt="" height="160" />Interessante <a href="http://agrandealface.wordpress.com/2009/06/24/so-no-fim-e-que-se-vai-perceber/" target="_blank">esta reflexão do Afonso Azevedo Neves</a> sobre o carácter darwinista da ecologia partidária. De facto, na sua dimensão eleitoral os partidos funcionam como filtros de candidaturas: só sobrevivem e progridem na actividade política aqueles que são capazes de passar pelo processo de filtragem. Mas se o processo for demasiado homogeneizador da representação partidária,<strong> o que se ganha em coesão perde-se em abrangência </strong>e em capacidade de adaptação a novas circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Há aqui outra dimensão que convém ter em atenção, que é a da própria natureza do processo de filtragem. Este pode ser <strong>mais cooptativo ou mais negocial,</strong> mais centralizado ou mais descentralizado, mais centrípeta ou mais centrífugo. Não se pode dizer que um processo cooptativo seja forçosamente mais homogeneizador que um processo negocial: isso tem ainda a ver com o nível de coesão daquilo a que se chama a coligação dominante dentro do partido. Mas também é evidente que o nível máximo de homogeneidade se atinge em partidos monolíticos que privilegiam processos de cooptação pura, enquanto que o nível máximo de diversidade se atinge em partidos faccionalistas que privilegiam processos de conflito e negociação para escolher os seus candidatos a cargos electivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Portugal, temos pelo menos um partido que corresponde ao caso extremo de homogeneidade: o PCP. Todos os outros partidos andam em águas mais moderadas neste aspecto. <strong>O PSD, em particular, sempre teve uma vida interna de carácter centrífugo,</strong> em que de processos de conflito e negociação em geometria variável <span id="more-1669"></span>emergiam as figuras mais capazes de passar o filtro e se tornar candidatos a presidentes de câmara ou deputados. Em contrapartida reconheceu-se à liderança do Partido um carácter de <em>veto player,</em> bem como uma alargada margem de iniciativa na escolha de candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é que acontece num partido desta natureza quando se contraria o carácter centrífugo da sua vida interna? Basicamente, a secagem das alternativas de sucessão. Num partido que nunca teve tradição de lideranças cooptadas, <strong>as alternativas de sucessão surgem por afirmação de uma singularidade pessoal e política. </strong>Ao negar espaço para essas afirmações, põe-se em causa o sucesso do partido a médio prazo, dificultando a emergência de novas lideranças  fortes no futuro. Quanto ao carácter centrífugo da vida interna, a sua supressão é uma ilusão: ele reemerge mal a possibilidade aparece, e em geral no próprio seio da coligação dominante.</p>
<p style="text-align: justify;">No PSD, viveu-se este cenário durante o consulado de Cavaco Silva: a liderança do actual Presidente da República foi forte e eficaz, em particular ao nível governativo. Mas o desfasamento entre o seu modo de operar e a cultura <img class="alignright" style="margin: 5px 10px;" src="http://fotos.sapo.pt/9iSSaNUCMFQB34QuaC50/s320x240" alt="" width="220" height="160" />do partido resultou num enfraquecimento persistente do PSD, tanto a nível eleitoral como a nível organizacional, após um processo sucessório falhado. Convinha não repetir o erro. Até porque <strong>há muito tempo que o PSD não estava tão bem do ponto de vista da sua ecologia interna.</strong> O PSD precisa de uma liderança forte e sem receio de se afirmar: tem-na. Mas também precisa de intervenientes políticos com capacidade, visão e espaço para se afirmarem autonomamente no partido e na sociedade: felizmente, também os tem. Estão portanto reunidas as condições para um PSD liderante na sociedade portuguesa. Saibam todos  os protagonistas compreendê-lo e agir em consequência.</p>

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		<title>Missão Cumprida II</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 21:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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<div class="title"><a href="http://publico.clix.pt/"><img class="aligncenter" src="http://docthumb0.esnips.com/imageable/medium/094e10f0-365b-47ec-9b71-288f927c3121/?du=2f2153de-1151-4241-a958-1b9f038e1f46&amp;uu=d37dfc0e-2045-41c7-826f-7c2cc3cef9a7&amp;dt=1244475451000&amp;fu=5568ddb1-df9f-4a25-bea5-55ca9b475dd3" border="0" alt="" /></a></div>

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		<title>Troca por troca</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 20:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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E não se pode trocar o Partido Cassete pelo Partido Pirata?

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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em"><!-- { "url": "http://vascocampilho.net/mundo/troca-por-troca/", "style": "big", "title": "Troca por troca" } --></div><div class="title"><img src="http://rraurl.com/files/posts/cassete_94G3.jpg" border="0" alt="" width="243" height="150" /><img src="http://es.geocities.com/cerpocerpo/pirata.gif" border="0" alt="" width="150" height="150" /></div>
<p>E não se pode trocar o Partido Cassete pelo Partido Pirata?</p>

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