Arquivo de artigos sobre as eleições Portugal

Exercícios da silly season.

18 de Agosto de 2010 | Portugal

Nesta frase de Henrique Raposo (O polícia, o oficial, o diplomata e o magistrado não são funcionários públicos), procure o intruso.

Soluções:

O polícia, o oficial, o diplomata e o magistrado não são funcionários públicos.
O polícia, o oficial, o diplomata e o magistrado não são funcionários públicos.

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A propósito do despacho final do “caso Freeport”, Ana Gomes apela a que alguém ao  “nível adequado do Estado tenha por imprescindível e urgentissimo (sic) colocar a questão do regular funcionamento das instituições democráticas“. Tenho ideia que a Constituição só prevê uma forma de colocar essa questão.

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(…) a decision to turn the eurozone into a huge Germany would – and should – be seen as an act of mercantilist warfare upon the US. How long would the latter put up with the hypocrisy of surplus countries that blame borrowers for the deficits their own surpluses make inevitable? Not much longer, would be my guess, at least now that the US government has become the world’s borrower of last resort.

Martin Wolf, sobre isto. A nossa crise não se resolve mesmo só cá dentro: das decisões que forem tomadas ao nível da zona euro dependerá o sucesso de qualquer estratégia de crescimento que venhamos a pôr em prática (para já não temos nenhuma, porque a que foi sufragada pelas urnas – spend your way out of the crisis – falhou). Se quisermos crescer pelas exportações para fora da zona euro – o que faz sentido, sendo Portugal uma economia pequena, aberta e periférica na Europa – temos todo o interesse em aliar-nos a quem quer travar a deriva mercantilista da Europa. Porque o backlash proteccionista contra a zona euro afectaria em primeiro lugar… pois, Portugal.

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Travões constitucionais

17 de Maio de 2010 | Portugal

Seguindo a moda alemã, Luís Amado propõe a colocação de limites constitucionais ao endividamento do Estado. Parece-me bem que o Estado se desendivide, mas para quê constitucionalizar (mais) um travão à liberdade de opção programática das diferentes maiorias para o futuro? A nossa Constituição já tem travões a mais, e alguns deles – nomeadamente em matéria laboral – muito contribuiram para o actual estado de endémica falta de competitividade. Acrescentar um travão – mesmo que de sinal contrário – só vai contribuir para entravar a governação.  A Constituição não precisa de mais travões programáticos, precisa de menos.

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A geração democrática.

9 de Maio de 2010 | PSD,Portugal

Faz hoje um mês que subi ao palco do Congresso do PSD para apresentar esta moção. Deixo-vos aqui o registo vídeo da minha intervenção, que pretendeu alertar para a necessidade de dialogar com a geração democrática – porque nascida com a democracia – e de a incluir na construção do Portugal do futuro. Nada mudará para melhor sem eles nós.

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O Governo não pode pedir, num dia, ao PSD ajuda para reequilibrar as finanças do país e, no outro dia, pedir ao Bloco de Esquerda para que desequilibre as finanças do país, fazendo passar projectos que não têm viabilidade em Portugal.

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