The Irish people have rejected the furthering and deepening of European cooperation. Whatever way you look at it, that is a momentous decision. From that decision, certain consequences follow: the great bulk of European governments want to continue the Lisbon process. We may indeed be asked to reconsider our position, not just to vote on the Lisbon Treaty, but to vote on remaining with them on the route they wish to follow towards further cooperation. Ireland cannot be forced to join that new direction; nor can it stop the moves 26 countries want to make. We might be asked to get on board or get out of the way. What would we say then?
Pat Leahy, no Sunday Business Post. Sublinhados meus.
sobre o autor
Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).






{ 2 comments }
O mais acertado que li até ao momento foi o seguinte:
http://online.wsj.com/article/SB121356747271175753.html
Abraço.
Não digo que o Anand Menon não tem razão em muito do que diz, embora não esteja certo de que a premissa fundamental do seu texto, “Lisbon, after all, was designed largely as a means of enhancing the effectiveness of its security and defense policies”, corresponda às motivações de todos ou sequer da maior parte dos Estados-Membros.
Agora, a conclusão de que se deve abandonar o Tratado de Lisboa porque a Irlanda votou não parece-me algo irrealista. 13 países em 25 ratificaram o defunto TCE. 18 países em 27 ratificaram o Tratado de Lisboa. Eu acho que não se deve humilhar os irlandeses, mas também não me parece boa política frustrar esta malta toda.
Até porque não é verdade que o Tratado de Nice possa durar muito mais: qualquer alargamento terá que dar lugar à renegociação do nº de mandatos no PE, do nº de comissários e dos votos no Conselho. E isso tem que ser ratificado por todos os Estados-membros. Here we go again?
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