Quando o PSD, na noite das europeias, explicou que face aos resultados e à proximidade das legislativas, o Governo não tinha condições políticas para avançar com um projecto da dimensão do TGV, o que para aí foi. Que era a suspensão da democracia, que era o lay-off governativo. Não passaram quinze dias e o Governo fez aquilo que tão estridentemente negou. Está a democracia suspensa? Está o governo despedido? Não. Simplesmente meteu a marcha atrás. É o que acontece quando já não há como andar para a frente.
sobre o autor
Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).





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