(…) Paulo Rangel é o candidato ideal para o PSD, no contexto do debate realmente existente e não do virtual, e no contexto da situação interna do PSD. Com Rangel será difícil o trabalho da patrulha das nuances que teria uma época cheia se fosse Marques Mendes o candidato, e transformaria a campanha europeia num debate sobre o PSD e a sua liderança, com resultados que seriam sempre, no plano político, favoráveis ao PS. Isso, mesmo que Marques Mendes não o desejasse, e independentemente dos seus méritos.
Pacheco Pereira avançou um argumento de peso em favor de Rangel. Argumento que não me havia ocorrido, mas que me convence abbastanza bene do acerto da escolha. Só há uma coisa que me baralha: ninguém responsabiliza quem promoveu a candidatura de Mendes até ao limite por tentar “criar mais um “facto” hostil a Manuela Ferreira Leite”?
sobre o autor
Vasco Campilho tem 32 anos e vive em Lisboa. É militante do PSD e membro da Plataforma Construir Ideias. Participou nos blogs O futuro é agora, Atlântico, Eleições 2009 (Público), Câmara de Comuns e Papa MyZena. Actualmente, escreve no 31 da Armada e no Aparelho de Estado (Expresso).





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