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	<title>Comentários em: O mal e a caramunha</title>
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		<title>Por: Lurdes Rodrigues</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-787</link>
		<dc:creator>Lurdes Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:23:16 +0000</pubDate>
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		<description>Engraçada, esta discussão simpatica entre, o Vasco e o Lúis.
Lamento, mas vou dar nenhum contributo util, ao seguimento da vossa interessante visão, em particular na defesa do PPC.

Saltou-me à vista, no decorrer do vosso debate, mais a dois, um interveniente que disse:
 &quot;não entendo como se decide um futuro de um partido sem contar com aqueles que o compõem. &quot;
e acrescenta &quot;Eu defendo um Partido com ideias de futuro e que vê na sua renovação uma regeneração natural de quem pretende sempre evoluir e acompanhar os tempos.&quot;

1) Curiosamente, em Lisboa, um conjunto de dirigentes anulou as escolhas de um presidente de junta, e provavelmente como em outros locais do País, fez a lista com amigos e pessoas que nunca participaram na vida publica civica activa.
2) As ideias de futuro, em Lisboa, foram exemplicadas, vergonhosamente por membros do PSD, que à traição agrediram um Presidente de Junta, um senhor de 71 anos
3) A regeneração natural, julgo, não será à força. Será pelo livre debate e troca democratica de ideias.

Finalizo com outra intervenção abaixo.
Se a cultura e pessoas de bom senso, não saem valorizadas do PSD seguimos para isto.
&quot;O partido para eles pouco importa ou nada, mas os seus interesses pessoais, estão acima de tudo. &quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçada, esta discussão simpatica entre, o Vasco e o Lúis.<br />
Lamento, mas vou dar nenhum contributo util, ao seguimento da vossa interessante visão, em particular na defesa do PPC.</p>
<p>Saltou-me à vista, no decorrer do vosso debate, mais a dois, um interveniente que disse:<br />
 &#8220;não entendo como se decide um futuro de um partido sem contar com aqueles que o compõem. &#8221;<br />
e acrescenta &#8220;Eu defendo um Partido com ideias de futuro e que vê na sua renovação uma regeneração natural de quem pretende sempre evoluir e acompanhar os tempos.&#8221;</p>
<p>1) Curiosamente, em Lisboa, um conjunto de dirigentes anulou as escolhas de um presidente de junta, e provavelmente como em outros locais do País, fez a lista com amigos e pessoas que nunca participaram na vida publica civica activa.<br />
2) As ideias de futuro, em Lisboa, foram exemplicadas, vergonhosamente por membros do PSD, que à traição agrediram um Presidente de Junta, um senhor de 71 anos<br />
3) A regeneração natural, julgo, não será à força. Será pelo livre debate e troca democratica de ideias.</p>
<p>Finalizo com outra intervenção abaixo.<br />
Se a cultura e pessoas de bom senso, não saem valorizadas do PSD seguimos para isto.<br />
&#8220;O partido para eles pouco importa ou nada, mas os seus interesses pessoais, estão acima de tudo. &#8220;</p>
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		<title>Por: Vasco Campilho</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-769</link>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:33:48 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Luís. Que chatice, ter de se justificar o que se diz. É tão mais prático brincar aos Octávios Machados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Luís. Que chatice, ter de se justificar o que se diz. É tão mais prático brincar aos Octávios Machados.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Melo</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-766</link>
		<dc:creator>Luis Melo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:09:30 +0000</pubDate>
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		<description>Vasco, lá está você a utilizar essa arma dos exemplos e dos links. Sabe perfeitamente do que falo mas faz-se desentendido. E depois vem com o tal truque do &quot;ah e tal, não tem provas, são insinuações&quot;. Não seja assim. Conhece tão bem como eu casos de critica destrutiva e de insulto vindos de todas as facções do PSD. Infelizmente.

A propósito deste assunto, aconselho a leitura do Gonçalo Capitão: http://lodonocais.blogspot.com/2009/11/se-entendia-ha-algum-tempo-que-o-psd.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vasco, lá está você a utilizar essa arma dos exemplos e dos links. Sabe perfeitamente do que falo mas faz-se desentendido. E depois vem com o tal truque do &#8220;ah e tal, não tem provas, são insinuações&#8221;. Não seja assim. Conhece tão bem como eu casos de critica destrutiva e de insulto vindos de todas as facções do PSD. Infelizmente.</p>
<p>A propósito deste assunto, aconselho a leitura do Gonçalo Capitão: <a href="http://lodonocais.blogspot.com/2009/11/se-entendia-ha-algum-tempo-que-o-psd.html" rel="nofollow">http://lodonocais.blogspot.com/2009/11/se-entendia-ha-algum-tempo-que-o-psd.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Maria Teresa Goulão</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-765</link>
		<dc:creator>Maria Teresa Goulão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 04:33:56 +0000</pubDate>
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		<description>Li no Blog  http://memoriarecenteeantiga.blogspot.com/, este texto de Guerra Junqueiro (1850 - 1923), que aqui reproduzo ( fazendo justiça ao Blog  memoria recente e antiga), e que revela tudo:

&quot;Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora,
aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias,
sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice,
pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom,
e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que
um lampejo misterioso da alma nacional,
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,
não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha,
sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,
descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas,
capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação,
da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo;
este criado de quarto do moderador; e este, finalmente,
tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política,
torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos,
iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero,
e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento,
de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.&quot; 
.
Guerra Junqueiro, 1896</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Li no Blog  <a href="http://memoriarecenteeantiga.blogspot.com/" rel="nofollow">http://memoriarecenteeantiga.blogspot.com/</a>, este texto de Guerra Junqueiro (1850 &#8211; 1923), que aqui reproduzo ( fazendo justiça ao Blog  memoria recente e antiga), e que revela tudo:</p>
<p>&#8220;Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,<br />
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora,<br />
aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias,<br />
sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice,<br />
pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;<br />
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;<br />
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom,<br />
e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que<br />
um lampejo misterioso da alma nacional,<br />
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.<br />
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,<br />
não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha,<br />
sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,<br />
descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas,<br />
capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação,<br />
da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.<br />
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo;<br />
este criado de quarto do moderador; e este, finalmente,<br />
tornado absoluto pela abdicação unânime do País.<br />
A justiça ao arbítrio da Política,<br />
torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.<br />
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções,<br />
incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos,<br />
iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero,<br />
e não se malgando e fundindo, apesar disso,<br />
pela razão que alguém deu no parlamento,<br />
de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.&#8221;<br />
.<br />
Guerra Junqueiro, 1896</p>
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	<item>
		<title>Por: Orquidea louro</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-763</link>
		<dc:creator>Orquidea louro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:11:03 +0000</pubDate>
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		<description>Uma vergonha é defender-se pessoas que não tem defesa, como MFL, e os seus amigos. O partido para eles pouco importa ou nada, mas os seus interesses pessoais, estão acima de tudo.  É bom recordar, que nos momentos próprios, o voto, tem igual valor, seja de um barão ou de um militante de base, ou mesmo de um simples simpatizante...e os resultados estão á vista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vergonha é defender-se pessoas que não tem defesa, como MFL, e os seus amigos. O partido para eles pouco importa ou nada, mas os seus interesses pessoais, estão acima de tudo.  É bom recordar, que nos momentos próprios, o voto, tem igual valor, seja de um barão ou de um militante de base, ou mesmo de um simples simpatizante&#8230;e os resultados estão á vista.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Cataluna</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-759</link>
		<dc:creator>Ricardo Cataluna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:04:37 +0000</pubDate>
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		<description>Subscrevo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Subscrevo!</p>
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	<item>
		<title>Por: Vasco Campilho</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-757</link>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:11:54 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;as críticas são feitas, não de uma forma construtiva, mas de uma forma destrutiva (e têm por trás interesses pessoais e corporativos).&lt;/i&gt; Tem exemplos para suportar o que diz, ou isto não passa de uma insinuação?

&lt;i&gt;esse tipo de agressões verbais vêm dos dois lados.&lt;/i&gt; Tem algum exemplo de agressão verbal proferida por Pedro Passos Coelho, ou isto é apenas uma profissão de fé?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>as críticas são feitas, não de uma forma construtiva, mas de uma forma destrutiva (e têm por trás interesses pessoais e corporativos).</i> Tem exemplos para suportar o que diz, ou isto não passa de uma insinuação?</p>
<p><i>esse tipo de agressões verbais vêm dos dois lados.</i> Tem algum exemplo de agressão verbal proferida por Pedro Passos Coelho, ou isto é apenas uma profissão de fé?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Melo</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-756</link>
		<dc:creator>Luis Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:27:57 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;pouco me interessa se a crítica é desinteressada ou não, interessa-me mais a sua pertinência intrínseca.&lt;/i&gt;

Pois a mim interessa-me e muito quando as críticas são feitas, não de uma forma construtiva, mas de uma forma destrutiva (e têm por trás interesses pessoais e corporativos).

&lt;i&gt;são actos e são agressões verbais, muitas vezes com carácter pessoal, que vão muito para além do campo da crítica política&lt;/i&gt;

Concordamos. Mas esse tipo de agressões verbais vêm dos dois lados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>pouco me interessa se a crítica é desinteressada ou não, interessa-me mais a sua pertinência intrínseca.</i></p>
<p>Pois a mim interessa-me e muito quando as críticas são feitas, não de uma forma construtiva, mas de uma forma destrutiva (e têm por trás interesses pessoais e corporativos).</p>
<p><i>são actos e são agressões verbais, muitas vezes com carácter pessoal, que vão muito para além do campo da crítica política</i></p>
<p>Concordamos. Mas esse tipo de agressões verbais vêm dos dois lados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vasco Campilho</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-755</link>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:37:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://vascocampilho.net/?p=2668#comment-755</guid>
		<description>Luís, entendamo-nos: a crítica política é livre em democracia, e não me verá nunca censurar ninguém por criticar, com urbanidade, as orientações ou as acções de uma qualquer direcção do Partido. Também não entro em processos de intenção nessa matéria: pouco me interessa se a crítica é desinteressada ou não, interessa-me mais a sua pertinência intrínseca.
Aquilo que eu censuro na forma como foram tratadas anteriores direcções são actos e são agressões verbais, muitas vezes com carácter pessoal, que vão muito para além do campo da crítica política. Não perceber a diferença entre estas situações, isso sim é ter dois pesos e duas medidas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís, entendamo-nos: a crítica política é livre em democracia, e não me verá nunca censurar ninguém por criticar, com urbanidade, as orientações ou as acções de uma qualquer direcção do Partido. Também não entro em processos de intenção nessa matéria: pouco me interessa se a crítica é desinteressada ou não, interessa-me mais a sua pertinência intrínseca.<br />
Aquilo que eu censuro na forma como foram tratadas anteriores direcções são actos e são agressões verbais, muitas vezes com carácter pessoal, que vão muito para além do campo da crítica política. Não perceber a diferença entre estas situações, isso sim é ter dois pesos e duas medidas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Melo</title>
		<link>http://vascocampilho.net/psd/o-mal-e-a-caramunha/comment-page-1/#comment-752</link>
		<dc:creator>Luis Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:08:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://vascocampilho.net/?p=2668#comment-752</guid>
		<description>Vasco,

Estou a ver que para si, as críticas de PPC ou AC (que a seu ver não estão ligados nesta questão partidária ??!!) à actual direcção foram e são legítimas. Além disso foram todas proferidas tendo em conta o bem do partido e não os seus interesses pessoais.

Já as críticas de outros às direcções de PSL, LFM ou LMM foram uma vergonha. Tinham por objectivo apenas &quot;deitar abaixo&quot; quem lá estava para que se abrisse oportunidade para eles lhe tomarem o lugar. Todas as críticas tinham como razão interesses pessoais e corporativos.

O que o leva a ter dois pesos e duas medidas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vasco,</p>
<p>Estou a ver que para si, as críticas de PPC ou AC (que a seu ver não estão ligados nesta questão partidária ??!!) à actual direcção foram e são legítimas. Além disso foram todas proferidas tendo em conta o bem do partido e não os seus interesses pessoais.</p>
<p>Já as críticas de outros às direcções de PSL, LFM ou LMM foram uma vergonha. Tinham por objectivo apenas &#8220;deitar abaixo&#8221; quem lá estava para que se abrisse oportunidade para eles lhe tomarem o lugar. Todas as críticas tinham como razão interesses pessoais e corporativos.</p>
<p>O que o leva a ter dois pesos e duas medidas?</p>
]]></content:encoded>
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