Artigos do tema 2009

Sócrates e Sarkozy

13 de Outubro de 2009 | Mundo,Portugal

Sabemos que Sócrates admira Sarkozy – já o admitiu numa entrevista. Sabemos que Sarkozy emula Sócrates – até no jogging matinal. Esperemos é que Sócrates não se lembre de imitar Sarkozy nisto. É demasiado triste.

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Juntar os montinhos

13 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Continuando a fazer umas contas: ora 1 653 813 más moedas mais 1 654 777 boas moedas dá... muita moeda. E quando se trata de moeda, o melhor mesmo é que seja muita. Vamos lá juntar os montinhos?

 

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O PSD teve mais presidentes de Câmara? Big deal. Tem menos votos e menos mandatos que o PS, e se continua à frente em número de presidências é porque ganhou mais câmaras pequenas. Não há duas interpretações possíveis dos números: o PSD perdeu as autárquicas. [continuado…]

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Nem que seja à bomba.

11 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Com a atribuição do prémio Nobel da Paz, Barack Obama tem a obrigação de conseguir a paz na Palestina, obrigando Israel a aceitar a criação de um Estado palestiniano nos territórios ocupados e obrigando os palestinianos a aceitar a existência e a segurança de Israel.

 

Palavra de Vital Moreira.

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Real banquete

6 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

 

Hoje estive a representar a ala marimbista do 31 da Armada num almoço de comemoração do aniversário do Tratado de Zamora, apresentado pela SIC como um almoço de monárquicos. Mantenho intacta a minha indiferença pela questão de regime, mas devo dizer que se o Paulo Teixeira Pinto levar a sua avante e o artigo 288º b) da Constituição for alterado, não serão precisas muitas mais feijoadas como esta para me convencer a votar a favor da restauração da Monarquia. É que estava mesmo boa.

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Acordaram para a vida.

4 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Nunca ninguém fica inteiramente satisfeito com o resultado de uma negociação a 27: não é preciso ser-se um génio para se perceber isso. Para que se possa chegar a um acordo da complexidade de um Tratado Europeu, os responsáveis políticos de cada país devem ponderar os prós e os contras não apenas do conteúdo acordado, mas também da participação do país no próprio acordo.

 

Quando chamados a ratificar estes acordos, cabe aos cidadãos corresponder ao apelo agindo como responsáveis políticos que são. Em Junho do ano passado, os cidadãos irlandeses deram-se ao luxo de votar considerando apenas as suas opiniões pessoais sobre o Tratado. Entretanto acordaram para a vida.

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