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	<title>Vasco Campilho &#187; 2009</title>
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		<title>Sócrates e Sarkozy</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 10:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabemos que Sócrates admira Sarkozy &#8211; já o admitiu numa entrevista. Sabemos que Sarkozy emula Sócrates &#8211; até no jogging matinal. Esperemos é que Sócrates não se lembre de imitar Sarkozy nisto. É demasiado triste.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Sabemos que Sócrates admira Sarkozy &#8211; já o admitiu numa entrevista. Sabemos que Sarkozy emula Sócrates &#8211; <a target="_blank" href="http://www.elmundo.es/elmundo/2009/10/07/internacional/1254904841.html" target="_blank">até no jogging matinal. </a>Esperemos é que Sócrates não se lembre de imitar Sarkozy <a target="_blank" href="http://www.rue89.com/2009/10/12/le-fabuleux-destin-de-jean-sarkozy-fait-rire-jusquen-chine" target="_blank">nisto.</a> É demasiado triste.</p>

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		<title>Juntar os montinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 07:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img width="225" height="224" vspace="5" hspace="5" border="0" align="left" style="border-color:black" alt="" src="http://www.etftrends.com/wp-content/uploads/2008/08/euro-coins.jpg" />Continuando a <a target="_blank" href="http://vascocampilho.net/psd/o-psd-perdeu-as-autarquicas/">fazer umas contas:</a> ora <a target="_blank" href="http://www.legislativas2009.mj.pt/#none">1 653 813 más moedas</a> mais <a target="_blank" href="http://www.legislativas2009.mj.pt/">1 654 777 boas moedas</a> dá... muita moeda. E quando se trata de moeda, o melhor mesmo é que seja muita. Vamos lá juntar os montinhos?</p>
<p> </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img width="225" height="224" vspace="5" hspace="5" border="0" align="left" style="border-color:black;" alt="" src="http://www.etftrends.com/wp-content/uploads/2008/08/euro-coins.jpg" />Continuando a <a  href="http://vascocampilho.net/psd/o-psd-perdeu-as-autarquicas/">fazer umas contas:</a> ora <a  href="http://www.legislativas2009.mj.pt/#none">1 653 813 más moedas</a> mais <a  href="http://www.legislativas2009.mj.pt/">1 654 777 boas moedas</a> dá... muita moeda. E quando se trata de moeda, o melhor mesmo é que seja muita. Vamos lá juntar os montinhos?</p>
<p> </p>]]></content:encoded>
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		<title>O PSD perdeu as autárquicas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 15:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O PSD teve mais presidentes de Câmara? Big deal. Tem menos votos e menos mandatos que o PS, e se continua à frente em número de presidências é porque ganhou mais câmaras pequenas. Não há duas interpretações possíveis dos números: o PSD perdeu as autárquicas. Vamos então fazer umas continhas. For the sake of the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fvascocampilho.net%252Fpsd%252Fo-psd-perdeu-as-autarquicas%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20PSD%20perdeu%20as%20aut%C3%A1rquicas%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PSD teve mais presidentes de Câmara? <em>Big deal.</em> Tem menos votos e menos mandatos que o PS, e se continua à frente em número de presidências é porque ganhou mais câmaras pequenas. Não há duas interpretações possíveis dos números: o PSD perdeu as autárquicas.<span id="more-2481"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos então fazer umas continhas. <em>For the sake of the argument*,</em> atribuamos apenas ao PSD os resultados obtidos em coligações encabeçadas por sociais-democratas:</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_ul --></p>
<ul style="text-align: justify;"><!-- begin st_tag_li --></p>
<li>Em 2005, o PSD ganhou 157 Câmaras, o PS 110. Em 2009, o PSD ganha 138 Câmaras e o PS ganha 130. O PSD perde 19 Câmaras, o PS ganha 20.</li>
<p><!-- end st_tag_li --><!-- begin st_tag_li --></p>
<li>Em 2005, as listas encabeçadas pelo PSD às Câmaras Municipais elegeram 907 mandatos, enquanto que o PS elegia 852. Em 2009, as listas encabeçadas pelo PSD às Câmaras Municipais elegem 871 mandatos, enquanto que o PS elege 921. O PSD perde 36 mandatos, o PS ganha 69.</li>
<p><!-- end st_tag_li --></ul>
<p><!-- end st_tag_ul --></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ganhar menos 8 câmaras, o PS elege mais 50 vereadores e presidentes que as listas do PSD, coligado ou não. Há dois efeitos que podem explicar esta inversão de posições entre número de Câmaras e número de mandatos:</p>
<p><!-- begin st_tag_ol --></p>
<ol style="text-align: justify;"><!-- begin st_tag_li --></p>
<li>o PS ganha as câmaras por margens de vitória em média maiores do que o PSD.</li>
<p><!-- end st_tag_li --><!-- begin st_tag_li --></p>
<li>o PS ganha câmaras maiores, e portanto com mais vereadores.</li>
<p><!-- end st_tag_li --></ol>
<p><!-- end st_tag_ol --> <!-- begin st_tag_p --></p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente, a explicação do que sucedeu ontem residirá mais no segundo efeito que no primeiro. O que sustenta a ideia de um Partido que tem vindo a perder penetração nos meios urbanos, onde se situam os municípios mais populosos do País.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p --></p>
<p style="text-align: justify;">Deixemo-nos de tergiversações: isto é uma derrota do PSD. Não uma derrota relativa, <em>&#8220;ah e tal continuamos a ser o maior partido autárquico&#8221;.</em> Não: isto é uma derrota absoluta. O maior partido português é hoje o Partido Socialista, tanto a nível parlamentar como a nível autárquico: ganhou em votos, em mandatos, e encurtou a distância no enganador número de Câmaras.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p --></p>
<p style="text-align: justify;">Se as legislativas indiciam a derrota de uma estratégia da direcção nacional, as autárquicas apontam para uma deliquescência da própria estrutura partidária. O PSD não pode ignorar estas lições. Isto se quiser voltar a ganhar eleições, claro.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p --></p>
<h6 style="text-align: justify;">____</h6>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_h6 --></p>
<h6 style="text-align: justify;"><span>*Sim, bem sei que o CDS-PP e os restantes partidos foram essenciais para os resultados alcançados, etc. e tal. Mas como o que pretendo demonstrar é a derrota, esta abordagem é a mais desfavorável ao meu argumento. </span></h6>

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		<title>Nem que seja à bomba.</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 23:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="margin-left: 40px"><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif;font-size: 13px;border-collapse: collapse">Com a atribuição do prémio Nobel da Paz, Barack Obama tem a obrigação de conseguir a <b>paz na Palestina</b>, obrigando Israel a aceitar a criação de um Estado palestiniano nos territórios ocupados e obrigando os palestinianos a aceitar a existência e a segurança de Israel.</span></p>
<p> </p>
<p>Palavra de <a target="_blank" href="http://causa-nossa.blogspot.com/2009/10/obama.html">Vital Moreira.</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 40px; "><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; ">Com a atribuição do prémio Nobel da Paz, Barack Obama tem a obrigação de conseguir a <b>paz na Palestina</b>, obrigando Israel a aceitar a criação de um Estado palestiniano nos territórios ocupados e obrigando os palestinianos a aceitar a existência e a segurança de Israel.</span></p>
<p> </p>
<p>Palavra de <a  href="http://causa-nossa.blogspot.com/2009/10/obama.html">Vital Moreira.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Real banquete</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 23:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt:80/uv5Wf2l8cyEkvv42ooSi"><img width="320" height="238" border="0" style="border-color:black" alt="" src="http://fotos.sapo.pt:80/uv5Wf2l8cyEkvv42ooSi/s320x240" /></a></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Hoje estive a representar a <a target="_blank" href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2925911.html">ala marimbista do 31 da Armada</a> num almoço de comemoração do aniversário do Tratado de Zamora, <a target="_blank" href="http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2009/10/edicao-de-05-10-2009-1-parte-destaque-para-as-comemoracoes-do-5-de-outubro-e-para-a-campanha-para-as.htm">apresentado pela SIC como um almoço de monárquicos.</a> Mantenho intacta a minha indiferença pela questão de regime, mas devo dizer que se o Paulo Teixeira Pinto levar a sua avante e o <a target="_blank" href="http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art288">artigo 288º b) da Constituição</a> for alterado, não serão precisas muitas mais feijoadas como esta para me convencer a votar a favor da restauração da Monarquia. É que estava mesmo boa.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a  href="http://fotos.sapo.pt:80/uv5Wf2l8cyEkvv42ooSi"><img width="320" height="238" border="0" style="border-color:black;" alt="" src="http://fotos.sapo.pt:80/uv5Wf2l8cyEkvv42ooSi/s320x240" /></a></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Hoje estive a representar a <a  href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2925911.html">ala marimbista do 31 da Armada</a> num almoço de comemoração do aniversário do Tratado de Zamora, <a  href="http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2009/10/edicao-de-05-10-2009-1-parte-destaque-para-as-comemoracoes-do-5-de-outubro-e-para-a-campanha-para-as.htm">apresentado pela SIC como um almoço de monárquicos.</a> Mantenho intacta a minha indiferença pela questão de regime, mas devo dizer que se o Paulo Teixeira Pinto levar a sua avante e o <a  href="http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art288">artigo 288º b) da Constituição</a> for alterado, não serão precisas muitas mais feijoadas como esta para me convencer a votar a favor da restauração da Monarquia. É que estava mesmo boa.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Acordaram para a vida.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 10:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">Nunca ninguém fica inteiramente satisfeito com o resultado de uma negociação a 27: não é preciso ser-se um génio para se perceber isso. Para que se possa chegar a um acordo da complexidade de um Tratado Europeu, os responsáveis políticos de cada país devem ponderar os prós e os contras não apenas do conteúdo acordado, mas também da participação do país no próprio acordo.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Quando chamados a ratificar estes acordos, cabe aos cidadãos corresponder ao apelo agindo como responsáveis políticos que são. Em Junho do ano passado, os cidadãos irlandeses deram-se ao luxo de votar considerando apenas as suas opiniões pessoais sobre o Tratado. <a target="_blank" href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2009/1003/breaking1.htm">Entretanto acordaram para a vida.</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nunca ninguém fica inteiramente satisfeito com o resultado de uma negociação a 27: não é preciso ser-se um génio para se perceber isso. Para que se possa chegar a um acordo da complexidade de um Tratado Europeu, os responsáveis políticos de cada país devem ponderar os prós e os contras não apenas do conteúdo acordado, mas também da participação do país no próprio acordo.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Quando chamados a ratificar estes acordos, cabe aos cidadãos corresponder ao apelo agindo como responsáveis políticos que são. Em Junho do ano passado, os cidadãos irlandeses deram-se ao luxo de votar considerando apenas as suas opiniões pessoais sobre o Tratado. <a  href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2009/1003/breaking1.htm">Entretanto acordaram para a vida.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>E Lisboa?</title>
		<link>http://vascocampilho.net/lisboa/e-lisboa/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt:80/cVZu2GrGeCF4b2L43ma1"><img width="500" height="116" border="0" style="border-color:black" alt="" src="http://fotos.sapo.pt:80/cVZu2GrGeCF4b2L43ma1/s320x240" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify">Na cidade de Lisboa, tanto o PPD/PSD como o CDS/PP obtiveram um assinalável crescimento nas legislativas de 2009. A 15 dias das eleições autárquicas, a soma dos dois principais partidos que compõem a coligação Lisboa com Sentido é de 40,3%, claramente à frente do Partido Socialista com 34,8%, e muito próxima do nível que permitiria alcançar a maioria absoluta na Câmara e na Assembleia Municipal. É certo que se trata de duas eleições diferentes. Mas não deixa de ser um indicador encorajante para a campanha que agora começa. Queremos devolver o sentido a Lisboa. Temos duas semanas para conquistar o direito de tentar.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  href="http://fotos.sapo.pt:80/cVZu2GrGeCF4b2L43ma1"><img width="500" height="116" border="0" style="border-color:black;" alt="" src="http://fotos.sapo.pt:80/cVZu2GrGeCF4b2L43ma1/s320x240" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify; ">Na cidade de Lisboa, tanto o PPD/PSD como o CDS/PP obtiveram um assinalável crescimento nas legislativas de 2009. A 15 dias das eleições autárquicas, a soma dos dois principais partidos que compõem a coligação Lisboa com Sentido é de 40,3%, claramente à frente do Partido Socialista com 34,8%, e muito próxima do nível que permitiria alcançar a maioria absoluta na Câmara e na Assembleia Municipal. É certo que se trata de duas eleições diferentes. Mas não deixa de ser um indicador encorajante para a campanha que agora começa. Queremos devolver o sentido a Lisboa. Temos duas semanas para conquistar o direito de tentar.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Três meses depois.</title>
		<link>http://vascocampilho.net/31daarmada/tres-meses-depois/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 09:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[verdade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3128622.html</guid>
		<description><![CDATA[<p>Exactamente três meses antes das eleições legislativas, escrevi isto no Expresso:</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;margin-left: 40px"><a target="_blank" href="http://vascocampilho.net/31daarmada/o-expresso-no-31/">(...)</a> Com José Sócrates, o PS evoluiu de partido-âncora da esquerda para partido-charneira entre uma esquerda radical em forte crescimento e um centro-direita de regresso ao seu nível eleitoral habitual. Essa mutação tornou possível o PS dominador de 2005, mas originou um desenraizamento eleitoral que se está a reflectir, já em 2009, numa considerável quebra do apoio popular aos socialistas. A posição de charneira teve também o efeito de transportar para dentro do partido as grandes clivagens do sistema político português, elevando em muito os riscos de cisão. O centro do sistema partidário português encontra-se portanto ocupado por um partido eleitoralmente enfraquecido, politicamente dividido e organicamente instável. Se porventura ele vier a ser de novo o partido mais votado, iniciar-se-á o ciclo político mais turbulento que Portugal conheceu desde a década de 70. Definitivamente, a governabilidade já não é atributo que o PS possa reivindicar para si.</p>
<p style="text-align: justify;margin-left: 40px"> </p>
<p style="text-align: justify">Chegados ao último dia de campanha eleitoral, o que resta desta análise?</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<ol>
    <li><b>O PS evoluiu de partido-âncora da esquerda para partido-charneira: </b>confere. O Partido Socialista está claramente a fazer campanha em duas frentes, e em qualquer dos cenários eleitorais expectáveis (incluindo a derrota) encontrar-se-á em posição pivotal no próximo Parlamento.</li>
    <li><b>Essa mutação originou um desenraizamento eleitoral que se está a reflectir numa considerável quebra do apoio popular:</b> confere. Nenhuma sondagem coloca o PS a menos de 5% do nível que atingiu em 2005.</li>
    <li><b>O centro do sistema partidário português encontra-se ocupado por um partido eleitoralmente enfraquecido, politicamente dividido e organicamente instável</b>: apesar de se ter notado uma série de movimentações no sentido de encontrar soluções alternativas a Sócrates no imediato pós-europeias, a verdade é que o ainda Primeiro-ministro soube utilizar a dinâmica de campanha para travar as forças centrífugas e recriar uma sensação de união dentro do PS. Mas as divisões poderão ressurgir no período pós-eleitoral, quer em caso de derrota, quer em caso de vitória curta. Será esse o momento de aferir se este ponto confere.</li>
    <li><b>Se porventura o PS vier a ser de novo o partido mais votado, iniciar-se-á o ciclo político mais turbulento que Portugal conheceu desde a década de 70:</b> esperemos não ter de vir a conferir. Duas das condições que me levaram a fazer esta predição - divisão estratégica interna, desgaste da liderança - permanecem. A terceira - dificuldade em fazer coligações e entendimentos - parece mais em aberto, atendendo ao comportamento dúbio do Bloco de Esquerda relativamente à possibilidade de um entendimento pós-eleitoral com o PS de José Sócrates.</li>
    <li><b>A governabilidade já não é atributo que o PS possa reivindicar para si</b>: confere. Em qualquer cenário de derrota do PS este retém a capacidade de bloquear a governação, mas nenhum cenário de vitória lhe permite assegurar um governo estável. Votar PS não tem portanto interesse algum do estrito ponto de vista da garantia da governabilidade.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify"> </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exactamente três meses antes das eleições legislativas, escrevi isto no Expresso:</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 40px; "><a  href="http://vascocampilho.net/31daarmada/o-expresso-no-31/">(...)</a> Com José Sócrates, o PS evoluiu de partido-âncora da esquerda para partido-charneira entre uma esquerda radical em forte crescimento e um centro-direita de regresso ao seu nível eleitoral habitual. Essa mutação tornou possível o PS dominador de 2005, mas originou um desenraizamento eleitoral que se está a reflectir, já em 2009, numa considerável quebra do apoio popular aos socialistas. A posição de charneira teve também o efeito de transportar para dentro do partido as grandes clivagens do sistema político português, elevando em muito os riscos de cisão. O centro do sistema partidário português encontra-se portanto ocupado por um partido eleitoralmente enfraquecido, politicamente dividido e organicamente instável. Se porventura ele vier a ser de novo o partido mais votado, iniciar-se-á o ciclo político mais turbulento que Portugal conheceu desde a década de 70. Definitivamente, a governabilidade já não é atributo que o PS possa reivindicar para si.</p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 40px; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Chegados ao último dia de campanha eleitoral, o que resta desta análise?</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<ol>
    <li style="text-align: justify; "><b>O PS evoluiu de partido-âncora da esquerda para partido-charneira: </b>confere. O Partido Socialista está claramente a fazer campanha em duas frentes, e em qualquer dos cenários eleitorais expectáveis (incluindo a derrota) encontrar-se-á em posição pivotal no próximo Parlamento.</li>
    <li style="text-align: justify; "><b>Essa mutação originou um desenraizamento eleitoral que se está a reflectir numa considerável quebra do apoio popular:</b> confere. Nenhuma sondagem coloca o PS a menos de 5% do nível que atingiu em 2005.</li>
    <li style="text-align: justify; "><b>O centro do sistema partidário português encontra-se ocupado por um partido eleitoralmente enfraquecido, politicamente dividido e organicamente instável</b>: apesar de se ter notado uma série de movimentações no sentido de encontrar soluções alternativas a Sócrates no imediato pós-europeias, a verdade é que o ainda Primeiro-ministro soube utilizar a dinâmica de campanha para travar as forças centrífugas e recriar uma sensação de união dentro do PS. Mas as divisões poderão ressurgir no período pós-eleitoral, quer em caso de derrota, quer em caso de vitória curta. Será esse o momento de aferir se este ponto confere.</li>
    <li style="text-align: justify; "><b>Se porventura o PS vier a ser de novo o partido mais votado, iniciar-se-á o ciclo político mais turbulento que Portugal conheceu desde a década de 70:</b> esperemos não ter de vir a conferir. Duas das condições que me levaram a fazer esta predição - divisão estratégica interna, desgaste da liderança - permanecem. A terceira - dificuldade em fazer coligações e entendimentos - parece mais em aberto, atendendo ao comportamento dúbio do Bloco de Esquerda relativamente à possibilidade de um entendimento pós-eleitoral com o PS de José Sócrates.</li>
    <li style="text-align: justify; "><b>A governabilidade já não é atributo que o PS possa reivindicar para si</b>: confere. Em qualquer cenário de derrota do PS este retém a capacidade de bloquear a governação, mas nenhum cenário de vitória lhe permite assegurar um governo estável. Votar PS não tem portanto interesse algum do estrito ponto de vista da garantia da governabilidade.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify; "> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Ler os outros</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[31 da Armada]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[AD]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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		<category><![CDATA[interesse nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> <a href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html">A encomenda,</a> por Carlos Enes:</p>
<p> </p>
<p><img border="0" style="border-color:black;" align="left" title="Handling Suspicious Packages" width="250" height="373" alt="" src="http://www.safetyoffice.uwaterloo.ca/hse/emergency/mail/suspicious_mail.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; "> </span><a target="_blank" href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html"><span style="font-size: smaller; ">(...)</span></a><span style="font-size: smaller; "> Se o &#34;DN&#34; acha que pode invadir ou beneficiar da invasão de correspondência privada, ainda por cima para denunciar fontes confidenciais de informação de jornalistas de um jornal concorrente, deve ser consequente.</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Quem é a fonte do &#34;DN&#34;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Em nome do &#34;interesse nacional&#34; de João Marcelino, qualquer leitor que tenha comprado o &#34;DN&#34; de hoje tem o direito de perguntar:  Quem é a fonte do &#34;DN&#34;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Se o &#34;DN&#34; acha que as fontes de informação podem ser divulgadas - e que nalguns casos de &#34;interesse nacional&#34; devem ser denunciadas - deve ele próprio denunciar:  Quem é a fonte do &#34;DN&#34;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">No caso em apreço, não é só uma questão de decência.  A traição do &#34;DN&#34; à sua fonte pode esclarecer a questão de fundo. Quem, em Portugal, anda a violar a correspondência de jornalistas? </span><a target="_blank" href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html"><span style="font-size: smaller; ">(...)</span></a></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Leitura integral vivamente aconselhada.</p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "> </p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html">A encomenda,</a> por Carlos Enes:</p>
<p> </p>
<p><img border="0" style="border-color:black;" align="left" title="Handling Suspicious Packages" width="250" height="373" alt="" src="http://www.safetyoffice.uwaterloo.ca/hse/emergency/mail/suspicious_mail.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; "> </span><a  href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html"><span style="font-size: smaller; ">(...)</span></a><span style="font-size: smaller; "> Se o &quot;DN&quot; acha que pode invadir ou beneficiar da invasão de correspondência privada, ainda por cima para denunciar fontes confidenciais de informação de jornalistas de um jornal concorrente, deve ser consequente.</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Quem é a fonte do &quot;DN&quot;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Em nome do &quot;interesse nacional&quot; de João Marcelino, qualquer leitor que tenha comprado o &quot;DN&quot; de hoje tem o direito de perguntar:  Quem é a fonte do &quot;DN&quot;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">Se o &quot;DN&quot; acha que as fontes de informação podem ser divulgadas - e que nalguns casos de &quot;interesse nacional&quot; devem ser denunciadas - deve ele próprio denunciar:  Quem é a fonte do &quot;DN&quot;?</span></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "><span style="font-size: smaller; ">No caso em apreço, não é só uma questão de decência.  A traição do &quot;DN&quot; à sua fonte pode esclarecer a questão de fundo. Quem, em Portugal, anda a violar a correspondência de jornalistas? </span><a  href="http://fragmentosdeapocalipse.blogspot.com/2009/09/encomenda.html"><span style="font-size: smaller; ">(...)</span></a></p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Leitura integral vivamente aconselhada.</p>
<p style="margin-left: 40px; text-align: justify; "> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Neo-fontismo (2)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[31 da Armada]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[AD]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center; "> <img border="0" style="border-color:black;" alt="A foto apresentada não corresponde a um caso de prisão por não revelar fontes." title="A foto apresentada não corresponde a um caso de prisão por não revelar fontes." src="http://chicagocopwatch.org/wp-content/uploads//2009/05/diane_bukowski_arrested_nov__411.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Nos Estados Unidos os jornalistas preferem ir presos a revelar as fontes. Em Portugal, os jornalistas preferem revelar as fontes... dos outros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "> <img border="0" style="border-color:black;" alt="A foto apresentada não corresponde a um caso de prisão por não revelar fontes." title="A foto apresentada não corresponde a um caso de prisão por não revelar fontes." src="http://chicagocopwatch.org/wp-content/uploads//2009/05/diane_bukowski_arrested_nov__411.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Nos Estados Unidos os jornalistas preferem ir presos a revelar as fontes. Em Portugal, os jornalistas preferem revelar as fontes... dos outros.</p>]]></content:encoded>
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