É já daqui a pouco que o João Gomes de Almeida, autor do Manifesto contra a Racionalidade, vai estar com o Fernando Alvim na Prova Oral. Sintonizai a Antena 3 às 19h00.
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É já daqui a pouco que o João Gomes de Almeida, autor do Manifesto contra a Racionalidade, vai estar com o Fernando Alvim na Prova Oral. Sintonizai a Antena 3 às 19h00.
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Hoje estive a representar a ala marimbista do 31 da Armada num almoço de comemoração do aniversário do Tratado de Zamora, apresentado pela SIC como um almoço de monárquicos. Mantenho intacta a minha indiferença pela questão de regime, mas devo dizer que se o Paulo Teixeira Pinto levar a sua avante e o artigo 288º b) da Constituição for alterado, não serão precisas muitas mais feijoadas como esta para me convencer a votar a favor da restauração da Monarquia. É que estava mesmo boa.
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Para além do debate entre o Rodrigo Moita de Deus e a Marta Rebelo ontem à noite, a TVI24 transmitiu também um debate entre os candidatos à Câmara Municipal de Oeiras. Isaltino de Morais esteve como de costume, mas mais: mais histriónico, mais condescendente, mais prepotente. Inovadora foi a defesa que esboçou do seu mandato: "Ah e tal aumentámos a execução orçamental em 70 milhões de euros." Mas onde foram parar os milhões? Ao prolongamento do SATU? Aos centros de saúde por construir? A inexistentes novos 10 000 lugares de estacionamento? Ao metro de superfície entre Algés e Alfragide? Ao Biopark, ao Parque dos Oceanos, à 2ª fase do Parque dos Poetas? Mistério.
Marcos Perestrello apresentou-se à imagem da escola socrática: tudo na forma, nada no conteúdo. Interessante notar que os projectos que anunciou para a CMO são todos competência da Administração Central: basta o PS perder as eleições legislativas para ficar sem programa. O seu momento mais feliz foi quando repudiou com veemência a abordagem de Isabel Meirelles aos problemas judiciais de Isaltino para retomar exactamente a mesma ideia mais à frente, não sem antes namorar o adversário. Sócrates deve ter ficado orgulhoso.
Isabel Meirelles, justamente. A novata. A advogada que nunca fez política, nunca se sentou num Parlamento, nunca afrontou a condescendência de senhores feudais no seu reduto. Notou-se que lhe faltava a ronha assassina que se recomenda para lidar com tais opositores. Mas não deixou de ser a única candidata que verdadeiramente incomodou Isaltino. E não foi só por ter reconhecido sem rebuço a imprudência que seria entregar Oeiras a um candidato pendente de recurso. Foi também porque soube falar da Oeiras real, aquela que não está em maquettes nem em animações 3D e que continua à espera que os benefícios de viver num concelho-modelo lhe batam à porta.
Também lá estiveram Francisco Silva e Amílcar Campos, do BE e da CDU respectivamente. Amílcar fez uma intervenção ponderada sobre transportes, e nada mais se reteve do que disse. Francisco explicou que era a única oposição a Isaltino, mas não teve arte para o demonstrar. Terá sido o fatinho sem gravata à la Novas Fronteiras? notava-se que não estava no seu habitat natural. Conselho: se não pode ir vestido à bloquista para a televisão, experimente uma camisa aberta à Moita de Deus. Pode ser marialva, mas tira as inibições.
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O meu cadastro no tocante à crítica a António Costa é bem mais longo do que o meu currículo em termos de apoio a Santana Lopes. Mas nestas eleições autárquicas, queria deixar bem claro o seguinte: o meu apoio à candidatura de Pedro Santana Lopes é completamente pela positiva.
Porque foi Santana Lopes o político que colocou na agenda política a questão que hoje todos reconhecemos como central para a cidade: a regeneração urbana e a reabilitação do património edificado. Porque foi Santana Lopes que teve a coragem de condicionar o trânsito nos bairros históricos, (re)criando condições para a sua fruição por habitantes e visitantes. Porque foi Santana Lopes que resolveu o cancro das Amoreiras, contra tudo e contra todos, sem que agora ninguém ouse contestar a obra que deixou feita.
Santana Lopes tem esta e muita outra obra para mostrar, obra que realmente beneficiou a cidade de Lisboa, e que fala por si. A cidade de Lisboa não pode desperdiçar um candidato que já demonstrou que tem uma visão, que já demonstrou capacidade de a pôr em prática, e que visivelmente colocou Lisboa no topo das suas prioridades. É por isso que estou no Campo de Santana.
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O drama: rapariga (1) ama rapaz (2) que ama rapariga (3) que ama homem (4) casado (5) e com filhos (6).
Qual a solução que optimiza o bem-estar de todos os participantes nesta cadeia amorosa?
Se ainda não viu Duplo Amor e quer ver (aconselho) não leia o resto do post.

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