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	<title>Vasco Campilho &#187; crise financeira</title>
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		<title>Um negócio excepcional</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 10:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><em><img style="border-color: black;" src="http://z.about.com/d/worldfilm/1/0/h/V/swimmingpool.jpg" border="0" alt="" width="200" height="145" align="left" /></em><span style="color: #000080;"><em>A sua família está bastante endividada. Boa casa, bom carro, boas férias, mas<strong> cada fim do mês é um suplício.</strong> É que você e a sua mulher trazem trezentos e cinquenta contos por mês para casa todos os meses, mas somando as despesas todas, gastam perto de quinhentos. <strong>Você bem tenta cortar, mas não consegue. </strong>Se não fossem aqueles primos emigrantes na Alemanha que todos os meses lhe enviam oitenta contitos, você já estava falido. Assim, está só a caminho da falência.</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Nisto, atravessa-se-lhe pela frente uma crise financeira. Como você é vendedor, as suas comissões começam logo a sofrer. A sua mulher, ao fim de uns meses, é despedida. <strong>De trezentos e cinquenta contos, o rendimento familiar passa para duzentos e setenta e cinco.</strong> Felizmente, os primos da Alemanha não falham nas remessas (mal sabem eles como você as gasta&#8230;) Mesmo assim, a coisa está preta. Cortar nas férias tudo bem. Mas&#8230; vender o carro? Impossível, como é que você iria trabalhar? Mudar de casa? Com os preços a virem por aí abaixo não compensaria, e nem pensar em pôr a Cristina a dormir no mesmo quarto que o Daniel: matavam-se! Não: é preciso arranjar outra solução.</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Nisto, você tem uma ideia luminosa: e que tal <strong>construir uma piscina no jardim? <span id="more-1542"></span></strong>Está bem que é carote. Mas os seus primos da Alemanha, que vêm cá de férias todos os anos, estão dispostos a avançar com 10% dos custos. E com a sua proverbial lábia, você consegue um empréstimo com <strong>uns anitos de carência de capital.</strong> Mas o golpe de génio é pôr o Daniel a trabalhar na obra: que diacho, o rapaz já tem <span style="text-decoration: line-through;">catorze</span> dezasseis anos! Desta forma, <strong>entram mais oitenta contitos por mês durante a obra</strong> e tapa-se o buraco uns tempos. Um negócio excepcional, não?</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Claro que depois <strong>vai ter de amortizar o custo da piscina.</strong> E ainda pagar a água, o aquecimento, o cloro, a manutenção. Mesmo que pusesse a vizinhança toda a pagar bilhetes para tomar banho no seu jardim, <strong>nunca iria reaver o investimento, quanto mais rentabilizá-lo.</strong> Mas isso é só daqui a uns aninhos. E de qualquer forma, está tudo em nome da sua mulher, não é mesmo? Não há dúvida de que é um negócio excepcional.</em></span></p>

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		<title>Twin imbalances</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 14:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos [...]]]></description>
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<div class="title">Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos problemas políticos mais candentes à escala global.</div>
<p>Quando perguntei a Robert Hunter e a Shi Yinhong em que base é que os Estados Unidos e a China poderiam chegar a um acordo para resolver estes desequilíbrios, ambos se enredaram em respostas inócuas e bem-intencionadas. Mas a sensibilidade da questão foi revelada pela reacção forte do russo Yegor Gaidar &#8211; que identificou a convertibilidade do yuan como o maior desafio em termos de regulação financeira mundial &#8211; e pela reacção epidérmica da indiana Rada Khumar, que nem queria ouvir falar de uma relação privilegiada entre Estados Unidos e China.</p>
<p>Mas foi o brasileiro Alfredo Valladão que, a meu ver, melhor perspectivou os potenciais desenvolvimentos desta questão, já no sábado à tarde. A China, cujo modelo de desenvolvimento passa por investimento intensivo e está completamente virado para a exportação, tem que se preparar para uma nova era de proteccionismo soft de base ambiental da parte dos Estados Unidos. Claro que haverá sempre empresas americanas prontas a vender serviços para adaptar a produção chinesa às regras do jogo obamiano.  Mas essa adaptação implicará também um aumento do consumo interno, um aumento do rendimento das famílias, e uma diversificação das formas de acesso ao rendimento &#8211; cada vez menos controladas pelo Partido. E é esse o grande desafio da liderança chinesa &#8211; como entrar nesta nova era sem a acompanhar de uma maior abertura política? E como promover a abertura política sem desencadear convulsões sociais imprevisíveis?</p>
<p>Da resposta da China vai depender muito do que serão as próximas décadas ao nível global.</p>
<div></div>

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		<title>Ora deixa cá ver</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 13:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Tiago Barbosa Ribeiro gostaria de saber &#8220;quantos governos é que já recorreram aos fundos disponibilizados pelas empresas para fazer face à crise financeira, económica e social&#8221;. Ora deixa cá ver&#8230; todos. Entre  emissões de dívida pública e impostos, não conheço nenhum governo que dispense os fundos disponibilizados pelas empresas. O Tiago conhece?]]></description>
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<p style="text-align: justify;">O Tiago Barbosa Ribeiro gostaria de saber <a target="_blank" href="http://paisrelativo.net/economia/confianca/" target="_blank">&#8220;quantos governos é que já recorreram aos fundos disponibilizados pelas empresas para fazer face à crise financeira, económica e social&#8221;.</a> Ora deixa cá ver&#8230; todos. Entre  emissões de dívida pública e impostos, não conheço nenhum governo que dispense os fundos disponibilizados pelas empresas. O Tiago conhece?</p>

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		<title>Permitam-me que publique na íntegra&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 16:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230;o post com o melhor rácio de lucidez por palavra escrito a propósito de política económica em Portugal nos últimos meses. Se, num cenário puramente hipotético, estivermos perante uma crise que não se sabe quando vai acabar e se a maior parte das grandes economias estiver a seguir políticas keynesianas de estímulo à procura, o [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">&#8230;<a target="_blank" href="http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/12/free-riding.html" target="_blank">o post</a> com o melhor <strong>rácio de lucidez por palavra</strong> escrito a propósito de política económica em Portugal nos últimos meses.</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se, num cenário puramente hipotético, estivermos perante uma crise que não se sabe quando vai acabar e se a maior parte das grandes economias estiver a seguir políticas keynesianas de estímulo à procura, o que deve fazer o governo de uma pequena economia aberta ao exterior? O governo da pequena economia deve imitar as políticas keyneasianas das grandes economias ou deve seguir uma política orçamental conservadora?</p>
<p>Deve seguir uma política orçamental conservadora. Se as políticas keynesianas funcionarem, então a pequena economia aberta ao exterior também beneficiará das políticas seguidas pelas grandes economias. Como bónus, a pequena economia não precisa de se endividar para pagar políticas keynesianas. Como não se sabe quando é que a crise vai acabar, uma política orçamental conservadora permite à pequena economia alguma margem de manobra no futuro.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/12/free-riding.html" target="_blank">Free Riding,</a> por <a target="_blank" href="http://blasfemias.net/">João Miranda.</a> No <a target="_blank" href="http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/">Portugal Contemporâneo.</a></p>

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		<title>Live!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 14:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Crise, Globalização e Intervencionismo do Estado: Jantar-Debate com Daniel Bessa e João Salgueiro Em directo a partir das 20h www.construirideias.pt Anunciado aqui. Transmitido aqui.]]></description>
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<h5 style="text-align: center;">Crise, Globalização e Intervencionismo do Estado: Jantar-Debate com Daniel Bessa e João Salgueiro<br />
Em directo a partir das 20h<br />
<a target="_blank" href="http://www.construirideias.pt/" target="_blank">www.construirideias.pt</a></h5>
<p style="text-align: center;"><script src="http://83.240.139.6/events/embed.js" type="text/javascript"></script></p>
<p>Anunciado <a target="_blank" href="/portugal/publicidade-institucional-2/" target="_blank">aqui.</a> Transmitido aqui.</p>

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		<title>Publicidade Institucional</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 02:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://vascocampilho.net/wp-content/uploads/convite-construir-ideias-09-dezembro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-733" title="convite-construir-ideias-09-dezembro" src="http://vascocampilho.net/wp-content/uploads/convite-construir-ideias-09-dezembro-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A Plataforma de Reflexão Estratégica Construir Ideias vai debater o tema <strong>Crise Económica, Globalização e Intervencionismo do Estado</strong> no dia 9 de Dezembro. O evento realiza-se em Lisboa, com o modelo de jantar-debate. O debate será aberto por Pedro Passos Coelho e moderado pelo ex-secretário de Estado do Tesouro e Finanças, António Nogueira Leite. Os oradores convidados são o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, João Salgueiro, ex-ministro das Finanças do PSD; e Daniel Bessa, ex-ministro da Economia do Governo de António Guterres e actual presidente da Escola de Gestão do Porto.</p>
<p style="text-align: justify;">Inscreva-se <a target="_blank" href="http://www.construirideias.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=135:crise-economica-globalizacao-intervencionismo-estado&amp;catid=37:geral" target="_blank">aqui.</a></p>

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		<title>Pensar alternativas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 23:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[construir ideias]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[pedro passos coelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta segunda conferência da Plataforma de reflexão estratégica Construir Ideias foi um sucesso. E foi um sucesso importante. Por ser a segunda, não beneficiou do efeito de novidade. Mas isso não demoveu os participantes que vieram de todo o País ao Porto para debater o futuro do Estado Social. Bom augúrio para uma iniciativa que [...]]]></description>
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<p style="text-align:justify;">Esta segunda conferência da Plataforma de reflexão estratégica Construir Ideias foi <strong>um sucesso.</strong> E foi um sucesso importante. Por ser a segunda, não beneficiou do efeito de novidade. Mas isso não demoveu os participantes que vieram de todo o País ao Porto para debater o futuro do Estado Social. Bom augúrio para uma iniciativa que se baseia sobretudo numa <strong>mobilização cidadã de vontades.</strong> No fim, Pedro Passos Coelho fez uma intervenção política marcante sobre este mesmo tema, que foi noticiada <a target="_blank" href="http://news.google.pt/news/url?sa=T&amp;ct=pt/0-0&amp;fd=R&amp;url=http://diario.iol.pt/politica/iol-economia-ultimas-noticias-passos-coelho/1011017-4072.html&amp;cid=0&amp;ei=o_cVSdayC5iegwPkioWSAw&amp;usg=AFQjCNFFkDaRwPfQv4B-7YcXmwZQzCaL7A" target="_blank">aqui.</a> E digo marcante porque foi o primeiro discurso político feito desde que a crise do subprime se transmutou em crise financeira global que ousou articular uma <strong>crítica ao unanimismo estatista</strong> em que se compraz a opinião em Portugal.</p>
<p style="text-align:justify;">Queria em particular sublinhar um ponto que Pedro Passos Coelho referiu na sua intervenção: se aqueles que defendem mais liberdade, mais responsabilidade, maior emancipação dos cidadãos, e também um Estado mais pequeno, regulador, garante mas não prestador de serviços sociais, agora cedem ao unanimismo <strong>a que o pânico financeiro convida,</strong> não sobrará nenhum político com credibilidade para <strong>defender um rumo alternativo</strong> ao que Portugal tem seguido e cujos resultados estão à vista. Ora Portugal continua a precisar de alternativas. Foi justamente por isso que se criou a plataforma Construir Ideias &#8211; porque pensar alternativas é <strong>o maior serviço que podemos prestar</strong> à democracia portuguesa.</p>

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		<title>A escolha é clara</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 13:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos em recessão. Os estabilizadores automáticos vão intervir, o défice vai aumentar e a dívida pública também. Precisamos de políticas de estimulo económico que vão para além dos estabilizadores automáticos? Precisamos. Elas custam dinheiro? Custam. Onde se vai buscá-lo? Concerteza à dívida pública. Até aqui eu consigo seguir o raciocínio pró-dívida. Mas não consigo &#8211; [...]]]></description>
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<p style="text-align:justify;">Estamos em recessão. Os estabilizadores automáticos vão intervir, o défice vai aumentar e a dívida pública também. Precisamos de <strong>políticas de estimulo económico</strong> que vão para além dos estabilizadores automáticos? Precisamos. Elas custam dinheiro? Custam. Onde se vai buscá-lo? Concerteza à dívida pública. Até aqui eu consigo seguir o raciocínio pró-dívida.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não consigo &#8211; se calhar é defeito meu &#8211; olhar para o endividamento do Estado como um saco sem fundo. Esse caminho &#8211; que é o caminho que o Governo  trilha ao assumir <strong>35 mil milhões de euros </strong>em compromissos financeiros &#8211; parece-me <strong>inútil e perigoso.</strong> Inútil, porque o grosso da despesa associada às grandes obras não vai intervir imediatamente, e portanto não contribui para resolver a crise no imediato. Perigoso, porque ao aumentar brutalmente o nível dos compromissos financeiros do Estado, vulnerabiliza-nos muito para além do razoável.</p>
<p style="text-align:justify;">O que me parece útil e prudente é focar o inevitavel acréscimo de despesa em medidas que tenham um <strong>efeito imediato e relevante</strong> na economia privada, mas não criem compromissos rígidos de despesa. Um exemplo seria uma redução significativa dos prazos de pagamento a fornecedores do Estado e das autarquias: essa medida agravaria o défice no imediato, mas não a situação patrimonial do Estado. Sobretudo, essa medida contribuiria muito mais para a <strong>sustentabilidade do emprego</strong> em Portugal do que o lançamento de grandes obras.</p>
<p style="text-align:justify;">A grande diferença entre PS e PSD na forma como encaram a crise está precisamente aqui: o PS encara a crise como uma <strong>oportunidade de expandir o Estado</strong>, a sua intervenção e o seu controle de forma estrutural e  irreversível. O PSD encara o Estado como um <strong>agente que pode amortecer o impacto social</strong> da crise no curto prazo, mas que não deve expandir-se a expensas da sociedade civil. São estas opções que se vão defrontar eleitoralmente em 2009. A escolha é clara.</p>

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		<title>Escutem a voz do mercado (2)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diferencial de taxas de juro relativamente aos títulos de dívida pública alemã ( gráfico gentilmente cedido por Pedro Arroja Grupo Financeiro). Nos últimos cinco meses, o diferencial entre a taxa de juro exigida à República Portuguesa e a taxa de juro exigida à Bundesrepublik praticamente duplicou. Nunca a diferença foi tão elevada desde o início [...]]]></description>
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<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 400px">
	<a target="_blank" href="http://2.bp.blogspot.com/_6iQrMs4DBXE/SQYFsnan3lI/AAAAAAAAANU/bhO1H1S096s/s1600-h/spread.JPG"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_6iQrMs4DBXE/SQYFsnan3lI/AAAAAAAAANU/bhO1H1S096s/s400/spread.JPG" alt="Diferencial de taxas de juro relativamente aos titulos de divida pública alemã" width="400" height="248" /></a>
	<p class="wp-caption-text">Clique para aumentar</p>
</div>
<h6 style="text-align:center;">Diferencial de taxas de juro relativamente aos títulos de dívida pública alemã ( gráfico gentilmente cedido por <a target="_blank" href="http://pedroarrojagrupofinanceiro.blogspot.com/2008/10/bonds_27.html" target="_blank">Pedro Arroja Grupo Financeiro</a>).</h6>
<p style="text-align:justify;">Nos últimos cinco meses, o diferencial entre a taxa de juro exigida à República Portuguesa e a taxa de juro exigida à Bundesrepublik <strong>praticamente duplicou.</strong> Nunca a diferença foi tão elevada desde o início do euro. Custa a engolir, mas o que isto quer dizer é claro: Portugal já não é olhado pelos investidores como mais um país da zona euro. É olhado como um país de risco que <strong>tem (tido) a sorte de estar na zona euro.</strong> Mas até a sorte tem limites. Vamos testá-los endividando-nos em <a target="_blank" href="/2008/10/28/do-que-estou-a-falar-quando-falo-em-agravar-a-divida-externa/" target="_blank">mais 35 mil milhões de euros?</a> Ou vamos ganhar juízo? Escutem lá a voz do mercado.<strong><br />
</strong></p>

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		<title>Escutem a voz do mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 11:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[investimento público]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas, o João Pinto e Castro chamava a atenção para uma coisa curiosa: Nos últimos dias, a taxa de juro dos títulos do Tesouro nos EUA têm andado à volta dos 0,05%. (&#8230;) Logo, o que o mercado nos diz é que, neste momento, os investidores estão dispostos a financiar projectos estatais, mas [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fvascocampilho.net%252Fpoliticas%252Feconomia%252Fescutem-a-voz-do-mercado%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Escutem%20a%20voz%20do%20mercado%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align:justify;">Há algumas semanas, o João Pinto e Castro chamava a atenção para <a target="_blank" href="http://5dias.net/2008/09/29/escutem-a-voz-do-mercado/" target="_blank">uma coisa curiosa:</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Nos últimos dias, a taxa de juro dos títulos do Tesouro nos EUA têm andado à volta dos 0,05%. (&#8230;) Logo, o que o mercado nos diz é que, neste momento, os investidores estão dispostos a financiar projectos estatais, mas não privados.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Acontece que em Portugal passa-se o inverso: o <em>spread</em> da taxa de juro da dívida soberana relativamente à dívida soberana alemão &#8211; a referência da zona euro &#8211; <a target="_blank" href="http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/10/convergncia-das-taxas-de-juro-na-zona.html" target="_blank">está a aumentar.</a> Muito. Logo, o que o mercado nos diz é que, neste momento, os investidores estão dispostos a financiar projectos estatais, mas <strong>não os de qualquer Estado &#8211; e cada vez menos os nossos.</strong> Estou como o João Pinto e Castro: escutem a voz do mercado.</p>

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