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	<title>Vasco Campilho &#187; empresas</title>
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		<title>Twin imbalances</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 14:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos [...]]]></description>
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<div class="title">Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos problemas políticos mais candentes à escala global.</div>
<p>Quando perguntei a Robert Hunter e a Shi Yinhong em que base é que os Estados Unidos e a China poderiam chegar a um acordo para resolver estes desequilíbrios, ambos se enredaram em respostas inócuas e bem-intencionadas. Mas a sensibilidade da questão foi revelada pela reacção forte do russo Yegor Gaidar &#8211; que identificou a convertibilidade do yuan como o maior desafio em termos de regulação financeira mundial &#8211; e pela reacção epidérmica da indiana Rada Khumar, que nem queria ouvir falar de uma relação privilegiada entre Estados Unidos e China.</p>
<p>Mas foi o brasileiro Alfredo Valladão que, a meu ver, melhor perspectivou os potenciais desenvolvimentos desta questão, já no sábado à tarde. A China, cujo modelo de desenvolvimento passa por investimento intensivo e está completamente virado para a exportação, tem que se preparar para uma nova era de proteccionismo soft de base ambiental da parte dos Estados Unidos. Claro que haverá sempre empresas americanas prontas a vender serviços para adaptar a produção chinesa às regras do jogo obamiano.  Mas essa adaptação implicará também um aumento do consumo interno, um aumento do rendimento das famílias, e uma diversificação das formas de acesso ao rendimento &#8211; cada vez menos controladas pelo Partido. E é esse o grande desafio da liderança chinesa &#8211; como entrar nesta nova era sem a acompanhar de uma maior abertura política? E como promover a abertura política sem desencadear convulsões sociais imprevisíveis?</p>
<p>Da resposta da China vai depender muito do que serão as próximas décadas ao nível global.</p>
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		<title>Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 19:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Passos Coelho propôs isto em Maio. Manuela Ferreira Leite retomou &#8211; e bem &#8211; o tema em Julho. O Partido Situacionista esperou por 27 de Novembro para se render à evidência, não sem criar um curioso processo burocrático para o efeito. E os credores continuam a arder, provavelmente até 15 de Abril.]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Pedro Passos Coelho propôs isto <a target="_blank" href="http://ofuturoeagora.blogs.sapo.pt/53773.html" target="_blank">em Maio.</a> Manuela Ferreira Leite retomou &#8211; e bem &#8211; o tema em Julho. O Partido Situacionista <a target="_blank" href="http://www.sgmf.pt/rede/index.html" target="_blank">esperou por 27 de Novembro</a> para se render à evidência, não sem criar um <a target="_blank" href="http://www.min-financas.pt/download.asp?num_links=0&amp;link=comunicados/2008/081212.pdf" target="_blank">curioso processo burocrático</a> para o efeito. E os credores continuam a arder, provavelmente até 15 de Abril.</p>

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		<title>Gato por lebre</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 10:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro-ministro prometeu ontem uma baixa do IRC, que só terá impacto em 2010, e apenas para as pequenas empresas que apresentarem lucros em 2009 &#8211; que serão muitas, como se pode imaginar pelo andar da carruagem. Mas além disso, magnânime, ainda abriu os cordões à bolsa e aumentou uma linha de crédito para as [...]]]></description>
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<p style="text-align:justify;">O primeiro-ministro prometeu ontem uma baixa do IRC, que <strong>só terá impacto em 2010, </strong>e apenas para as pequenas empresas que apresentarem lucros em 2009 &#8211; que serão muitas, como se pode imaginar pelo andar da carruagem. Mas além disso, magnânime, ainda abriu os cordões à bolsa e aumentou uma linha de crédito para as PME &#8211; à qual só poderão aceder as <strong>empresas que não tenham dificuldades financeiras.</strong> Continua é sem acelerar o pagamento das dívidas do Estado aos fornecedores, medida que poderia resolver as dificuldades que o próprio Estado cria. Isto só tem um nome: vender gato por lebre.</p>

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		<title>No caminho certo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 14:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do que disse aqui e aqui, só me posso congratular por Manuela Ferreira Leite tomar esta posição: (&#8230;) “É essencial, inadiável e urgente que se revejam as prioridades da política económica” do Governo, depois dos avultados investimentos anunciados nos últimos meses – uma opção que leva a que o “Estado se endivide cada vez [...]]]></description>
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<p style="text-align:justify;">Depois do que disse <a target="_blank" href="/2008/09/29/se-esse-discurso-aparecer/" target="_blank">aqui</a> e <a target="_blank" href="/2008/09/30/nao-temos-outra-decada-para-desperdicar/" target="_blank">aqui,</a> só me posso congratular por Manuela Ferreira Leite tomar <a target="_blank" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344481" target="_blank">esta</a> posição:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><a target="_blank" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344481" target="_blank">(&#8230;)</a> <strong>“É essencial, inadiável e urgente que se revejam as prioridades da política económica”</strong> do Governo, depois dos avultados investimentos anunciados nos últimos meses – uma opção que leva a que o <strong>“Estado se endivide cada vez mais”</strong>, o que <strong>“é exactamente o contrário do que deve ser feito neste momento”</strong>, denunciou [Manuela Ferreira Leite]. “<strong>O Governo tem agora a possibilidade e grande oportunidade com a apresentação do orçamento de alterar a política económica”,</strong> acrescentou a presidente do PSD. No Orçamento do Estado para 2009 é preciso que<strong> “o Estado não retire para si uma parcela do crédito que é absolutamente essencial às empresas e às famílias”</strong>, defendeu.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>in</em> <a target="_blank" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/" target="_blank">Público.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Espero que no debate para o Orçamento de Estado de 2009 o PSD seja consequente com o repto que Manuela Ferreira Leite lançou ao Governo e apresente as suas propostas de alteração da política económica.  Já deixei aqui <a target="_blank" href="/2008/09/29/medidas-a-tomar/" target="_blank">algumas</a> <a target="_blank" href="/2008/09/30/medidas-a-tomar-2/" target="_blank">sugestões.</a></p>

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		<title>Medidas a tomar (2)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 15:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Se é certo que Portugal não se pode dar ao luxo de cometer mais erros de política económica, a verdade é que face à crise internacional, a inacção não é uma opção viável. A prioridade da política económica neste momento deve ser manter, tanto quanto possível, a liquidez das famílias e das empresas de modo [...]]]></description>
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<p style="text-align:justify;">Se é certo que Portugal <a target="_blank" href="/2008/09/30/nao-temos-outra-decada-para-desperdicar/" target="_blank">não se pode dar ao luxo de cometer mais erros de política económica,</a> a verdade é que face à crise internacional, <strong>a inacção não é uma opção viável.</strong> A prioridade da política económica neste momento deve ser manter, tanto quanto possível, a liquidez das famílias e das empresas de modo a <strong>prevenir rupturas graves</strong> num contexto de crise de crédito.  <strong>Intervenções de curto prazo,</strong> com alvos bem especificados, parecem-me não apenas o modo mais eficiente, mas também o mais eficaz de cumprir este objectivo. A questão está em definir os alvos e desenhar as intervenções.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu identifico três alvos principais: as empresas, o sistema financeiro, e as famílias. Para <strong>prevenir a asfixia financeira das empresas,</strong> em especial das PME, já falei <a target="_blank" href="/2008/09/29/medidas-a-tomar/" target="_blank">aqui</a> da necessidade de resolver o quanto antes os pagamentos atrasados a fornecedores pela Administração Pública.  Todas as outras medidas que se possam imaginar são supletivas desta medida de fundo, que ainda por cima é da mais elementar justiça.  Para <strong>estabilizar o sistema financeiro,</strong> é ver o que tem sido feito à nossa volta. Não vale a pena reinventar a roda: o que é preciso é estar pronto se e quando for necessário intervir.</p>
<p style="text-align:justify;">Para <strong>acudir  às famílias esmagadas pela subida das taxas</strong> no crédito à habitação, será necessário mais engenho. Crédito de imposto especial para os mais pressionados? Pode chegar tarde. Um subsídio? Cria <em>moral hazard,</em> e pode ter efeitos de redistribuição regressiva. Talvez o mecanismo de apoio mais virtuoso fosse uma <strong>retoma parcial da dívida*, </strong>em que o Estado adquiriria uma percentagem do imóvel hipotecado no valor da dívida<strong> </strong>retomada afim de reduzir <strong>a taxa de esforço da família socorrida.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>And here&#8217;s the funny part:</em> aqueles que tivessem lesado o Estado ao fazer escrituras abaixo do valor real do imóvel acabariam por o ressarcir ao recorrer a este mecanismo, já que a percentagem do imóvel adquirida pelo Estado seria aumentada face ao valor real justamente na medida do rombo fiscal anterior.<span id="more-417"></span></p>
<h6 style="text-align:justify;">* Estou aberto a que me convençam que isto não funciona(ria), ou que há alternativas melhores. Caixa de comentários sff.</h6>

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