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	<title>Vasco Campilho &#187; investimento</title>
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		<title>Arrumar a casa (2)</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 09:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Enquanto a despesa corrente aumentava mais do que a média, o investimento da Câmara Municipal de Lisboa caiu para metade entre 2007 e 2008. Obrigado, António Costa.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a despesa corrente aumentava mais do que a média, o investimento da Câmara Municipal de Lisboa caiu para metade entre 2007 e 2008. Obrigado, António Costa.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Investimento de proximidade? É melhor não.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 09:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img width="300" height="" border="0" align="left" style="border-color:black" alt="" src="http://www.cds.pt/UserFiles/Image/Mapa_Coligaes_3.JPG" />Regressada da Galiza, eis <a target="_blank" href="http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/947928.html">o testemunho de Ana Vidal:</a></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify;margin-left: 40px"><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;font-size: 13px;border-collapse: collapse"><i>numa medida que me parece eficaz e inteligente, o governo de Zapatero atribuíu <b>uma verba aos poderes locais - a cumprir num prazo de seis meses - para ser aplicada em melhoramentos locais e destinada a combater o desemprego por todo o país:</b> pavimentos, saneamento básico, recuperação de fachadas, etc </i>(...)<i> são criados postos de trabalho localmente (a prazo, é certo, mas é melhor do que nada), e não na concentração geográfica de uma ou duas grandes obras nacionais. Há ideias que vale a pena copiar.</i></span></p>
<p style="text-align: justify;margin-left: 40px"> </p>
<p style="text-align: justify">Alguém adivinha porque é que esta ideia não foi aplicada em Portugal? Uma pista: mais de metade das Câmaras Municipais são do PSD e há eleições autárquicas daqui a um mês.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img width="300" height="" border="0" align="left" style="border-color:black;" alt="" src="http://www.cds.pt/UserFiles/Image/Mapa_Coligaes_3.JPG" />Regressada da Galiza, eis <a  href="http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/947928.html">o testemunho de Ana Vidal:</a></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 40px; "><span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: 13px; border-collapse: collapse; "><i>numa medida que me parece eficaz e inteligente, o governo de Zapatero atribuíu <b>uma verba aos poderes locais - a cumprir num prazo de seis meses - para ser aplicada em melhoramentos locais e destinada a combater o desemprego por todo o país:</b> pavimentos, saneamento básico, recuperação de fachadas, etc </i>(...)<i> são criados postos de trabalho localmente (a prazo, é certo, mas é melhor do que nada), e não na concentração geográfica de uma ou duas grandes obras nacionais. Há ideias que vale a pena copiar.</i></span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 40px; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Alguém adivinha porque é que esta ideia não foi aplicada em Portugal? Uma pista: mais de metade das Câmaras Municipais são do PSD e há eleições autárquicas daqui a um mês.</p>]]></content:encoded>
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		<title>E porque não há mal nenhum em ser repetitivo&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 14:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230;e porque à boleia deste manifesto a discussão sobre o TGV regressou à praça pública, permitam-me que volte a sintetizar o meu pensamento sobre o assunto. Desta vez em lista numerada, para facilitar a leitura. Portugal tem interesse em entrar nas redes ferroviárias trans-europeias, prioritariamente por causa do transporte de mercadorias. O modo ferroviário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fvascocampilho.net%252Fpoliticas%252Fterritorio%252Fe-porque-nao-ha-mal-nenhum-em-ser-repetitivo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22E%20porque%20n%C3%A3o%20h%C3%A1%20mal%20nenhum%20em%20ser%20repetitivo...%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: justify;">&#8230;e porque à boleia <a target="_blank" href="http://www.reavaliarinvpublicos.com/" target="_blank">deste manifesto</a> a discussão sobre o TGV regressou à praça pública, permitam-me que volte a sintetizar o meu pensamento sobre o assunto. Desta vez em lista numerada, para facilitar a leitura.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Portugal tem interesse em entrar nas redes ferroviárias trans-europeias,</strong> prioritariamente por causa do transporte de mercadorias. O modo ferroviário de transporte baixa o custo médio das exportações e diversifica face ao modo rodoviário (sujeito a riscos de congestionamento, riscos de bloqueio, bem como ao risco político da taxação ecológica do atravessamento).</li>
<li>As regiões mais exportadoras do País são simultaneamente as mais próximas da Europa transpirenaica. A <strong>ligação às redes transeuropeias deve portanto ser feita prioritariamente a Norte</strong> (Porto-Vigo e/ou Aveiro-Salamanca).</li>
<li>Esta ligação não tem necessariamente de ser feita em alta velocidade (300 km/h). A velocidade elevada (200-250 km/h) chega perfeitamente. O que é <strong>fundamental é que esteja em bitola europeia,</strong> de modo a evitar rupturas de carga gravosas para a competitividade do modo ferroviário.</li>
<li>Existe uma <strong>mega-região Lisboa-Corunha, política e economicamente dominada por Portugal.</strong> O seu desenvolvimento económico é fundamental para a viabilidade a longo prazo do país. Ora esta mega-região não está servida por uma infra-estrutura ferroviária eficaz: a linha Lisboa-Porto está velha e congestionada, a ligação Porto-Galiza é praticamente inexistente. Faz por isso sentido, quer do ponto de vista geoeconómico quer do ponto de vista geopolítico, <strong>investir numa ligação de alta velocidade entre os principais pólos da mega-região ibero-atlântica.</strong></li>
<li style="text-align: justify;">O reforço da integração da mega-região ibero-atlântica deve ser assumido como um objectivo político nacional,<strong> </strong>e deve determinar a <strong>prioridade à ligação Lisboa-Corunha sobre a ligação Lisboa-Madrid,</strong> que liga duas mega-regiões diferentes, não assegura a auto-sustentabilidade financeira, e se integra no objectivo nacional espanhol de criar uma rede de transportes ibérica centralizada em Madrid.</li>
<li style="text-align: justify;">Em todo o caso, a situação económica do País no momento presente, nomeadamente o endividamento externo e o desequilíbrio da balança de pagamentos, deve levar a <strong>reflectir muitíssimo bem sobre a oportunidade de qualquer um dos investimentos acima referidos.</strong> No momento em que houver disponibilidade financeira para avançar com todo ou parte do programa, deve ser tomada em consideração a ordem de prioridades acima esquissada.</li>
</ol>

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		<title>O que é que isso diz sobre o navio?</title>
		<link>http://vascocampilho.net/31daarmada/o-que-e-que-isso-diz-sobre-o-navio/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img border="0" align="top" style="border-color:black;" alt="" src="http://www.gizmodo.fr/wp-content/uploads/2008/02/format-war-sinking-ship.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">O <a target="_blank" href="http://www.reavaliarinvpublicos.com/">Apelo à Reavaliação do Investimento Público</a> fez mossa, não haja dúvida. Não só pelo conteúdo - que não se afasta muito do que a oposição vinha a defender - mas sobretudo pela credibilidade de quem o fez. Nomes como Daniel Bessa e Augusto Mateus, para citar apenas dois, são duas setas apontadas ao coração do governo socialista.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Justamente porque o que está em causa é a credibilidade dos promotores do apelo, as reacções socratianas - não digo socráticas porque até agora o grande líder, na sua novel humildade, não piou - foram no sentido de por em causa os mensageiros, mais do que a mensagem. Economistas? Nada disso. Há lá engenheiros e até um que não é licenciado. Pessoas responsáveis? Justamente: esses ex-ministros quando lá estiveram não fizeram nada para resolver os problemas da nação. Pessoas credíveis? Ó meus amigos: uma cambada de consultores subsidio-dependentes que estão já a por-se a jeito para as benesses do novo poder.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Estas alegações de grande elegância têm sido rebatidas, e bem rebatidas, por quem de direito. Interessa-me aqui outra perspectiva: e se os críticos do apelo tiverem razão? E se de facto este manifesto for o primeiro sinal de que os ratos estão a abandonar o navio? O que é que isso diz sobre o navio em que se encontram?</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img border="0" align="top" style="border-color:black;" alt="" src="http://www.gizmodo.fr/wp-content/uploads/2008/02/format-war-sinking-ship.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">O <a  href="http://www.reavaliarinvpublicos.com/">Apelo à Reavaliação do Investimento Público</a> fez mossa, não haja dúvida. Não só pelo conteúdo - que não se afasta muito do que a oposição vinha a defender - mas sobretudo pela credibilidade de quem o fez. Nomes como Daniel Bessa e Augusto Mateus, para citar apenas dois, são duas setas apontadas ao coração do governo socialista.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Justamente porque o que está em causa é a credibilidade dos promotores do apelo, as reacções socratianas - não digo socráticas porque até agora o grande líder, na sua novel humildade, não piou - foram no sentido de por em causa os mensageiros, mais do que a mensagem. Economistas? Nada disso. Há lá engenheiros e até um que não é licenciado. Pessoas responsáveis? Justamente: esses ex-ministros quando lá estiveram não fizeram nada para resolver os problemas da nação. Pessoas credíveis? Ó meus amigos: uma cambada de consultores subsidio-dependentes que estão já a por-se a jeito para as benesses do novo poder.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Estas alegações de grande elegância têm sido rebatidas, e bem rebatidas, por quem de direito. Interessa-me aqui outra perspectiva: e se os críticos do apelo tiverem razão? E se de facto este manifesto for o primeiro sinal de que os ratos estão a abandonar o navio? O que é que isso diz sobre o navio em que se encontram?</p>]]></content:encoded>
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		<title>Um negócio excepcional</title>
		<link>http://vascocampilho.net/politicas/economia/um-negocio-excepcional/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 10:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sua família está bastante endividada. Boa casa, bom carro, boas férias, mas cada fim do mês é um suplício. É que você e a sua mulher trazem trezentos e cinquenta contos por mês para casa todos os meses, mas somando as despesas todas, gastam perto de quinhentos. Você bem tenta cortar, mas não consegue. Se [...]]]></description>
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<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><em><img style="border-color: black;" src="http://z.about.com/d/worldfilm/1/0/h/V/swimmingpool.jpg" border="0" alt="" width="200" height="145" align="left" /></em><span style="color: #000080;"><em>A sua família está bastante endividada. Boa casa, bom carro, boas férias, mas<strong> cada fim do mês é um suplício.</strong> É que você e a sua mulher trazem trezentos e cinquenta contos por mês para casa todos os meses, mas somando as despesas todas, gastam perto de quinhentos. <strong>Você bem tenta cortar, mas não consegue. </strong>Se não fossem aqueles primos emigrantes na Alemanha que todos os meses lhe enviam oitenta contitos, você já estava falido. Assim, está só a caminho da falência.</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Nisto, atravessa-se-lhe pela frente uma crise financeira. Como você é vendedor, as suas comissões começam logo a sofrer. A sua mulher, ao fim de uns meses, é despedida. <strong>De trezentos e cinquenta contos, o rendimento familiar passa para duzentos e setenta e cinco.</strong> Felizmente, os primos da Alemanha não falham nas remessas (mal sabem eles como você as gasta&#8230;) Mesmo assim, a coisa está preta. Cortar nas férias tudo bem. Mas&#8230; vender o carro? Impossível, como é que você iria trabalhar? Mudar de casa? Com os preços a virem por aí abaixo não compensaria, e nem pensar em pôr a Cristina a dormir no mesmo quarto que o Daniel: matavam-se! Não: é preciso arranjar outra solução.</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Nisto, você tem uma ideia luminosa: e que tal <strong>construir uma piscina no jardim? <span id="more-1542"></span></strong>Está bem que é carote. Mas os seus primos da Alemanha, que vêm cá de férias todos os anos, estão dispostos a avançar com 10% dos custos. E com a sua proverbial lábia, você consegue um empréstimo com <strong>uns anitos de carência de capital.</strong> Mas o golpe de génio é pôr o Daniel a trabalhar na obra: que diacho, o rapaz já tem <span style="text-decoration: line-through;">catorze</span> dezasseis anos! Desta forma, <strong>entram mais oitenta contitos por mês durante a obra</strong> e tapa-se o buraco uns tempos. Um negócio excepcional, não?</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: #000000; font-size: 16px; font-weight: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><em>Claro que depois <strong>vai ter de amortizar o custo da piscina.</strong> E ainda pagar a água, o aquecimento, o cloro, a manutenção. Mesmo que pusesse a vizinhança toda a pagar bilhetes para tomar banho no seu jardim, <strong>nunca iria reaver o investimento, quanto mais rentabilizá-lo.</strong> Mas isso é só daqui a uns aninhos. E de qualquer forma, está tudo em nome da sua mulher, não é mesmo? Não há dúvida de que é um negócio excepcional.</em></span></p>

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		<title>Twin imbalances</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 14:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos [...]]]></description>
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<div class="title">Nestas conferências estive particularmente atento à questão dos desequilíbrios gémeos entre Estados Unidos e China: consumo de um lado, poupança e investimento do outro. Estes desequilíbrios, que se têm vindo a aprofundar nos últimos dez a quinze anos, são não apenas uma das origens mais claras da crise financeira que atravessamos, mas também um dos problemas políticos mais candentes à escala global.</div>
<p>Quando perguntei a Robert Hunter e a Shi Yinhong em que base é que os Estados Unidos e a China poderiam chegar a um acordo para resolver estes desequilíbrios, ambos se enredaram em respostas inócuas e bem-intencionadas. Mas a sensibilidade da questão foi revelada pela reacção forte do russo Yegor Gaidar &#8211; que identificou a convertibilidade do yuan como o maior desafio em termos de regulação financeira mundial &#8211; e pela reacção epidérmica da indiana Rada Khumar, que nem queria ouvir falar de uma relação privilegiada entre Estados Unidos e China.</p>
<p>Mas foi o brasileiro Alfredo Valladão que, a meu ver, melhor perspectivou os potenciais desenvolvimentos desta questão, já no sábado à tarde. A China, cujo modelo de desenvolvimento passa por investimento intensivo e está completamente virado para a exportação, tem que se preparar para uma nova era de proteccionismo soft de base ambiental da parte dos Estados Unidos. Claro que haverá sempre empresas americanas prontas a vender serviços para adaptar a produção chinesa às regras do jogo obamiano.  Mas essa adaptação implicará também um aumento do consumo interno, um aumento do rendimento das famílias, e uma diversificação das formas de acesso ao rendimento &#8211; cada vez menos controladas pelo Partido. E é esse o grande desafio da liderança chinesa &#8211; como entrar nesta nova era sem a acompanhar de uma maior abertura política? E como promover a abertura política sem desencadear convulsões sociais imprevisíveis?</p>
<p>Da resposta da China vai depender muito do que serão as próximas décadas ao nível global.</p>
<div></div>

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		<title>Nunca se ouviu falar de campanha eleitoral tão cara</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 08:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seis meses de eleições, António Costa  quer reabilitar a sua fachada de autarca.  Endividando a CML em mais 120 milhões.

Quem colocou a reabilitação das zonas urbanas históricas e consolidadas de Lisboa na agenda política foi Santana Lopes, durante a sua campanha autárquica de 2001. Até aí, a coligação PS-CDU no poder tinha-se concentrado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Feleicoes2009.info%2Fautarquicas%2Fnunca-se-ouviu-falar-de-campanha-eleitoral-tao-cara%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Feleicoes2009.info%2Fautarquicas%2Fnunca-se-ouviu-falar-de-campanha-eleitoral-tao-cara%2F" height="61" width="51" /></a></div><h3>A seis meses de eleições, António Costa  quer reabilitar a sua fachada de autarca.  Endividando a CML em mais 120 milhões.</h3>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://img.rtp.pt/noticias/images/articles/327642/costa.jpg" alt="" width="270" height="189" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem colocou a reabilitação das zonas urbanas históricas e consolidadas de Lisboa na agenda política foi Santana Lopes, durante a sua campanha autárquica de 2001. Até aí, a coligação PS-CDU no poder tinha-se concentrado essencialmente em políticas de habitação orientadas para o realojamento em bairros sociais construídos de raiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os executivos do PSD em Lisboa, foram feitas intervenções de fundo em zonas históricas e de urbanização consolidada da cidade de Lisboa, nomeadamente condicionamento do tráfego no Bairro Alto, Alfama e Bica, reabilitação da Rua da Madalena, reabilitação da Rua de São Bento, inúmeras obras coercivas. Também nesse período, a reabilitação do edificado por iniciativa privada aumentou muito significativamente.</p>
<p style="text-align: justify;">No período entre 2002 e 2007, o aumento do endividamento a fornecedores deveu-se à conjugação de aparecimento de dívidas não registadas em mandatos anteriores (Simtejo, ParqueExpo, Praça da Figueira) e à limitação legal do endividamento bancário das autarquias. Mas a situação patrimonial da Câmara Municipal de Lisboa permaneceu saudável, na medida em que as despesas da Câmara Municipal de Lisboa subiram abaixo da taxa de inflação, e foram sempre inferiores à receita.<span id="more-2831"></span></p>
<p style="text-align: justify;">António Costa prometeu rigor quando se candidatou à CML, mas o mega-empréstimo de 400 milhões que pediu para consolidar as dívidas a fornecedores foi chumbado pelo Tribunal de Contas por manifesta violação dos preceitos da Lei das Finanças Locais que o próprio António Costa elaborou enquanto Ministro da Administração Interna. Após este revés auto-infligido, a CML foi obrigada a recorrer ao <em>factoring</em> para refinanciar a dívida de curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquando da discussão do mega-empréstimo, o PSD apresentou uma solução alternativa de refinanciamento da dívida de curto prazo, que passava por um empréstimo menor (140 milhões de euros) e a criação de um Fundo de Investimento Imobiliário participado pela CML e pelos seus maiores  credores na área da construção civil, promovendo simultaneamente a reabilitação de património devoluto da CML e a diminuição da dívida. António Costa rejeitou essa solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando umas placas a propagandear a aprovação de projectos (!) António Costa nada fez na CML em matéria de reabilitação urbana. Tirando a venda de dívida à banca, António Costa nada fez na CML em matéria de consolidação e diminuição do passivo. Agora, a seis meses de eleições quer reabilitar a sua fachada de autarca com  um <a href="http://www.cm-lisboa.pt/?idc=88&amp;idi=42050" >programa de reabilitação</a> que endivida a CML em mais 120 milhões. Nunca se ouviu falar de campanha eleitoral tão cara.</p>
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		<title>Nunca se ouviu falar de campanha eleitoral tão cara</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 08:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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<h4>A seis meses de eleições, António Costa  quer reabilitar a sua fachada de autarca.  Endividando a CML em mais 120 milhões.</h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://img.rtp.pt/noticias/images/articles/327642/costa.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" width="270" height="189" align="left" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem colocou a reabilitação das zonas urbanas históricas e consolidadas de Lisboa na agenda política foi Santana Lopes, durante a sua campanha autárquica de 2001. Até aí, a coligação PS-CDU no poder tinha-se concentrado essencialmente em políticas de habitação orientadas para o realojamento em bairros sociais construídos de raiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os executivos do PSD em Lisboa, foram feitas intervenções de fundo em zonas históricas e de urbanização consolidada da cidade de Lisboa, nomeadamente condicionamento do tráfego no Bairro Alto, Alfama e Bica, reabilitação da Rua da Madalena, reabilitação da Rua de São Bento, inúmeras obras coercivas. Também nesse período, a reabilitação do edificado por iniciativa privada aumentou muito significativamente.</p>
<p style="text-align: justify;">No período entre 2002 e 2007, o aumento do endividamento a fornecedores deveu-se à conjugação de aparecimento de dívidas não registadas em mandatos anteriores (Simtejo, ParqueExpo, Praça da Figueira) e à limitação legal do endividamento bancário das autarquias. Mas a situação patrimonial da Câmara Municipal de Lisboa permaneceu saudável, na medida em que as despesas da Câmara Municipal de Lisboa subiram abaixo da taxa de inflação, e foram sempre inferiores à receita.<span id="more-1355"></span></p>
<p style="text-align: justify;">António Costa prometeu rigor quando se candidatou à CML, mas o mega-empréstimo de 400 milhões que pediu para consolidar as dívidas a fornecedores foi chumbado pelo Tribunal de Contas por manifesta violação dos preceitos da Lei das Finanças Locais que o próprio António Costa elaborou enquanto Ministro da Administração Interna. Após este revés auto-infligido, a CML foi obrigada a recorrer ao <em>factoring</em> para refinanciar a dívida de curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquando da discussão do mega-empréstimo, o PSD apresentou uma solução alternativa de refinanciamento da dívida de curto prazo, que passava por um empréstimo menor (140 milhões de euros) e a criação de um Fundo de Investimento Imobiliário participado pela CML e pelos seus maiores  credores na área da construção civil, promovendo simultaneamente a reabilitação de património devoluto da CML e a diminuição da dívida. António Costa rejeitou essa solução.</p>
<p>Tirando umas placas a propagandear a aprovação de projectos (!) António Costa nada fez na CML em matéria de reabilitação urbana. Tirando a venda de dívida à banca, António Costa nada fez na CML em matéria de consolidação e diminuição do passivo. Agora, a seis meses de eleições quer reabilitar a sua fachada de autarca com  um <a target="_blank" href="http://www.cm-lisboa.pt/?idc=88&amp;idi=42050" target="_blank">programa de reabilitação</a> que endivida a CML em mais 120 milhões. Nunca se ouviu falar de campanha eleitoral tão cara.</p>

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		<title>Mal de massas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 08:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[o sector bancário português (&#8230;) poderá não dispor dos meios suficientes para manter o ritmo de financiamento à actividade económica, redundando num factor adicional de arrefecimento da economia nacional por via de abrandamento do consumo e do investimento em construção. Não sou eu que o digo. Não é o PSD que o diz. Não é [...]]]></description>
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<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><a target="_blank" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1349645" target="_blank">o sector bancário português (&#8230;) poderá não dispor dos meios suficientes para manter o ritmo de financiamento à actividade económica, redundando num <strong>factor adicional de arrefecimento da economia nacional</strong> por via de abrandamento do consumo e do investimento em construção.</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Não sou eu que o digo. Não é o PSD que o diz. Não é o Campos e Cunha que o diz. Nem sequer são esses desmancha-prazeres do FMI que o dizem. Não: é o <a target="_blank" href="http://www.bpiinvestimentos.pt/Storage/download/ficheiro.B3A4728E-1502-474E-AB3B-E6FC5687D728.1.pt.asp?id=13E51D25-9A3D-4509-8AD8-9D86293EF069" target="_blank">BPI</a> que o diz. Quem tem a mão na massa, <em>so to speak. </em>E quem tem a mão na massa diz: estamos mal de massas. Fora isso, tudo bem.</p>

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