20 de Outubro de 2009 | PSD
Com um historial de três eleições directas, o PSD tem já uma experiência significativa relativamente aos efeitos da mais significativa alteração estatutária introduzida em 2006: é tempo de fazer um primeiro balanço da sua aplicação e a avançar para uma segunda geração de eleições directas. [continuado…]
Na sua homilia dominical, Marcelo Rebelo de Sousa propôs que o próximo líder do PSD fosse escolhido por um conclave. Mas enquanto o PSD não fôr uma Igreja e o seu Presidente não for um Papa, terá de haver eleições para o escolher. [continuado…]
E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem escolhe-se o líder do PSD e depois então venha a democracia.
Marcelo Rebelo de Sousa quer que se juntem todas as pessoas importantes no PSD - todos, todos - para lançar um processo de unidade, em que o rosto que for escolhido - e podem ser vários, vários - seja o futuro líder do Partido.
O PS acaba de levar uma tampa de quatro partidos. Resta-lhe fazer o jogo da charneira.