Ontem à tarde Isabel Meirelles apresentou o programa da Coligação Mais Oeiras. Paulo Rangel, mandatário da candidatura, não pôde estar presente. Tive pena de não o ver por lá, mas compreendo a dificuldade: quando se exerce um mandato de deputado europeu entre Bruxelas e Estrasburgo, não dá para ir a todas.
O CDS está a dar o tudo por tudo neste ciclo eleitoral. Primeiro com a aposta em Nuno Melo, o deputado mais visível na bancada centrista nestes últimos quatro anos. Agora com a escolha dos cabeças de lista para as legislativas. Sublinho duas novidades que me parecem ter particular significado político: a candidatura de Assunção Cristas em Leiria, e a candidatura de Ribeiro e Castro no Porto. No primeiro caso, um claro sinal de renovação e meritocracia. No segundo caso, um claro sinal de abrangência e de unidade. Nos dois casos, uma clara percepção de que o CDS não pode continuar a ser o partido de um homem só se quer manter uma posição minimamente relevante no panorama partidário português. A minha aposta é que, mais uma vez, o CDS vai consegui-lo.