Artigos do tema vida

Um jantar espanhol.

2 de Dezembro de 2009 | 31 da Armada

Há coisas que nunca mudam. Uma delas é o iberismo espanhol. Bem vistas as coisas, não lhes podemos levar a mal. Mas não temos que ir na cantiga.

 

Façam um dia a experiência de convidar um espanhol, culto, pacífico, amigo do seu amigo - um daqueles mesmo impecáveis - para jantar. Caprichem o repasto: de entrada, umas tapinhas de alheira, uns pezinhos de coentrada, uns peixinhos da horta. A acompanhar com um Alvarinho, por exemplo.

 

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Assalta-me outra dúvida

18 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Defender a abstenção antes mesmo de conhecer o Orçamento é mais, menos ou tão "louco" como defender o chumbo?

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A farewell to arms

12 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

 

Acabo de regressar à vida civil.

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Assalta-me uma dúvida

8 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Um partido da oposição deve definir o seu voto relativamente ao Orçamento de Estado com base nos méritos do documento, ou deve rejeitá-lo antes mesmo de o conhecer?

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Incentivos perversos

4 de Outubro de 2009 | PSD

Ainda sobre a vida interna do PSD na página 10 do Expresso, há uma passagem que merece ser relevada:

O resultado do PSD em Lisboa não é dispiciendo (sic). O partido sabe que terá a maioria das câmaras e que cantará vitória. Mas se Santana perder na capital (tendo sido uma escolha da líder contra a vontade de muitos), Manuela dá trunfos aos adversários. Se ganhar, aviva a segunda vitória nas três eleições que teve de gerir num ano.

Curioso raciocínio. Se os militantes de Lisboa dessem crédito à tese, temeria pela campanha de Santana Lopes.

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Acordaram para a vida.

4 de Outubro de 2009 | 31 da Armada

Nunca ninguém fica inteiramente satisfeito com o resultado de uma negociação a 27: não é preciso ser-se um génio para se perceber isso. Para que se possa chegar a um acordo da complexidade de um Tratado Europeu, os responsáveis políticos de cada país devem ponderar os prós e os contras não apenas do conteúdo acordado, mas também da participação do país no próprio acordo.

 

Quando chamados a ratificar estes acordos, cabe aos cidadãos corresponder ao apelo agindo como responsáveis políticos que são. Em Junho do ano passado, os cidadãos irlandeses deram-se ao luxo de votar considerando apenas as suas opiniões pessoais sobre o Tratado. Entretanto acordaram para a vida.

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